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Qual o número de usuários de LinkedIn? O que eles buscam?

Qual o número de usuários de LinkedIn no Brasil? E no mundo? LinkedIn é só para procurar emprego, né?

Essas são algumas perguntas que ouvimos em nossas conversas pelo mundo empreendedor, corporativo, cultural, educacional, entre tantos outros setores que atuamos.

E o LinkedIn é o tema do episódio de estreia da série Pílulas da Comunicare, com informações rápidas e úteis de comunicação. Confira!

 

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Crise de imagem – cinco dicas para enfrentar

Uma crise de imagem pode ter diversas origens, de acidentes (de qualquer magnitude) ou agressões a questões como assédio e trabalho escravo na cadeia produtiva, passando por temais mais corriqueiros como produtos com defeito ou não entregues, mau atendimento, validades vencidas, etc.

Crise de imagem

Se antes o único canal para uma crise se alastrar era via imprensa, hoje as redes sociais e apps de comunicação permitem que problemas de imagem ganhem proporções rapidamente.

Um tema complexo que exige muitas análises de fatores de risco, comportamentais, mercados, entre outras, mas que podemos listar alguns pontos comuns a todas.

5 DICAS PARA ENFRENTAR UMA CRISE

  1. Tente prever as crises e, tão importante quanto, quais caminhos ela faria até chegar aos canais de sua empresa.

Quais redes sociais seus consumidores mais usam? Quais os pontos de contato da sua empresa com a sociedade/comunidade? Quem seu colaborador avisaria assim que soubesse de um problema?

Isso é importante para saber onde agir, quem treinar, o que monitorar. O quanto antes você souber da crise, mais controle sobre ela você terá!

  1. Nunca minimize uma crise! Essa é uma orientação propalada por Jack Welch, um ícone da administração de empresa modernas que fez história comandando a americana G&E.

Segundo ele, deve se tratar uma crise como se fosse a maior crise que sua empresa poderia enfrentar.

Se ela não atingir tal ponto, ao menos você terá aprendido bastante e terá se preparado para as próximas

  1. Nos meios tradicionais de imprensa (TVs, rádios, revistas, sites, etc), não culpe o mensageiro pela possibilidade de crise.

Ou seja, não adianta apontar como causa do problema o jornalista que abordar sua empresa por apurar um fato relatado ou descoberto por ele.

Foque nas explicações a serem dadas para, no melhor dos casos, reverter integralmente a crise, e nas medidas a serem tomadas, caso a questão seja procedente.

Aqui e aqui listamos dicas para conceder boas entrevistas.

  1. Nas redes sociais, seja cortês e solícito, sempre!

Não importa a linguagem e tom utilizados pelos reclamantes, uma resposta mal-educada pode ampliar, e muito, uma conversa que poderia ter um círculo bem restrito

5. Transparência ao máximo – tanto para comprovar que tal problema não existiu ou não que era de sua responsabilidade, como para assumir responsabilidades e mostrar que tomou as medidas necessárias caso ele tenha existido

Dois exemplos, um negativo e um positivo, mostram a importância do que explicamos aqui.

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Facebook X LinkedIn X Instagram – para onde minha empresa deve ir?

Trabalhamos com empresas e profissionais que prezam seu conhecimento, produtos e serviços, e cremos nessas características como grandes ativos para impulsionar negócios usando a Comunicação.

Todos querem estar nas redes sociais, e a primeira pergunta é sobre o Facebook. Só depois, vêm LinkedIn e Instagram.

Aqui na Comunicare, temos sinalizado para clientes e prospects de Social Media que este não é um destino óbvio para negócios, pelo menos não nos últimos meses. Dizemos isso principalmente porque o alcance orgânico se restringe cada vez mais (estimamos menos de 1% no momento) e a rede não vive seu melhor momento.

O Facebook tenta se sair bem em meio a um enredo que mistura fake news, escândalos envolvendo dados dos usuários e os públicos mais antenados deixando a plataforma de lado – e grandes anunciantes, veículos de mídia, governos, investidores e instituições questionando tudo isso ou abandonando o barco (por exemplo, a Folha de S.Paulo, maior veículo de mídia brasileiro no #face – 6 milhões de seguidores – não publica mais por lá).

(reprodução – NyMag – photo: Chip Somodevilla/Getty Images)

Negócios voltados a empresas, os B2B, ou que envolvam serviços voltados a profissionais/executivos (por exemplo, coaching, educação executiva e afins) têm como melhor ambiente o LinkedIn, tanto em conteúdo, AINDA bastante focado em negócios, como em plataforma para disseminação sem investimento em publicidade.

Para comprovar nosso sentimento, fizemos um levantamento de um cliente da Comunicare da área de RH, consolidando a performance de seus 10 últimos posts e também o índice de crescimento de seguidores no último mês – estamos falando sempre de orgânico.

Vale ressaltar que a base desse cliente no LinkedIn é maior que a do Facebook, mas que descontamos essa diferença no cálculo de desempenho. (Temos perto de 12 mil versus 9 mil seguidores, respectivamente – e isso é mais um sinal de alcance limitado no Facebook, pois a base no #In era bem inferior e ultrapassou a do Fbook rapidamente).

Isso mostra como o LinkedIn foca mais em outros meios para sua monetização além da publicidade (que é bastante cara ), como ferramentas de recrutamento, vendas, atração de talentos e educação. E, assim, deixa que o conteúdo tenha mais alcance orgânico dentro da rede para torná-la atrativa.

Então se o negócio é produto para consumidor final, pessoa física, meu lugar para estar é o Facebook? Não é tão simples, pois o esse produto terá muito dificuldade para surfar em meio ao público. Onde então?

Temos indicado o Instagram, e fizemos um levantamento semelhante em uma rede de sorvetes artesanais também cliente (quer produto mais voltado ao consumidor final?) dando uma olhada em cinco posts recentes. Resultado: diferença ainda mais brutal!

Posts de produto tiveram em média 22 vezes mais interação e alcançaram cinco vezes mais pessoas no Instagram – mas multiplique esse resultado por pelo menos três, pois o Facebook tem 11 mil seguidores, contra 2,7 mil do #Insta.

Vale ressaltar que o Instagram, que é do Facebook, tem sua base de usuários crescendo, investe constantemente em recursos como os Stories e está se tornando porta de entrada para conteúdo mais denso – como canais de youtube, blogs, etc. E por isso começa a fazer sucesso entre consultores, escritores, coaches e empreendedores

Mas quando devo estar no Facebook?

Se você deseja falar com pessoas físicas, consumidores finais ou ser referência em seu mercardo, é bom ter sua presença constante e atualizada na rede por alguns motivos:

Seu nome ou marca sobe nos mecanismos de busca

. Alcançar o público mais conservador ou pouco conectado. Caso seu consumidor esteja longe de ser trendie ou early adopter, ou seja, ele demora para aderir a novidades, é provável que ele esteja só no Facebook,

Anúncios funcionam muito bem e são baratos no Facebook – mas é preciso estratégia para fazê-los eficientes

. Os mecanismos de promoção de eventos são extremamente simples e conseguem grande alcance, inclusive orgânico (se você e seus colaboradores tiverem uma boa rede) ou com baixo investimento.

(Exemplo: Fizemos a promoção da inauguração de uma exposição – mais de 10 mil pessoas alcançadas com meros R$ 50,00)

. E, principalmente, o mundo das redes sociais é volátil, com seus gestores mudando de estratégia a cada momento. Se o Facebook ressurgir como potência de conteúdo, você já estará lá.

Impossível este último item acontecer? Basta Zuckerberg e sua turma mexerem em alguns algoritmos!

 

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