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Como calcular o retorno do investimento em Comunicação?

Centimetragem, origem de contatos e outros modelos não conseguem mensurar o impacto que Assessoria de Imprensa e outras ferramentas trazem ao negócio

ROI COMUNICAÇÃO

 

 Se tem algo que suscita debates é o tal do ROI (return over investment, ou quantos reais voltam para cada real gasto) em Comunicação e principalmente Assessoria de Imprensa.

Em Assessoria de Imprensa, os métodos mais antigos falavam em centimetragem – quanto o espaço conquistado em matérias valia em espaço publicitário equivalente.

E aqui já começava a briga, pois um veículo falando bem de seu negócio, produto ou serviço tem muito mais potência de convencimento que um anúncio. Quanto, duas, três, cinco vezes? E se falasse mal?

Também tinha aquela tentativa de tracking, aí já extrapolando para comunicação em geral:

“Como o senhor ficou sabendo de nós?

(   ) Anúncio  (    ) Reportagem   (     ) Indicação  (     ) Redes Sociais  (    ) Outros”.

Mas aí o sujeito viu uma matéria, daí comentou com um amigo e comprou um serviço após passar pelo outdoor enquanto um anúncio apareceu no facebook. Qual ele assinalaria?

Hoje, no mundo digital, podemos ter CTR, % de engajamento, taxa de conversão, jornada do cliente, etc. Ajuda a clarear o ROI quando falamos de venda de produtos.

 

Mas e imagem? Como calcular o ROI de comunicação sobre imagem?

Recentemente, três casos chamaram atenção aqui na Comunicare, e colocam mais lenha nessa fogueira:

1 – Há três anos, divulgamos um acordo de uma rede de escolas com o Google. Como resultado, aumento antecipado de matrículas. ROI fácil de calcular – quanto veio de matrícula dividido por quanto se investiu, pronto, resultado final.

Mas a coordenadora de marketing digital das escolas contou poucas semanas atrás que aquele trabalho foi o ponto de inflexão na imagem da escolas, aliando modernidade à sua marca, o que traz retorno até hoje.

2 – A Adriana Gattermayr, CEO da Gattermayr Consulting, nos contou que a série de vídeos sobre gestão de carreira e pessoas que conseguimos emplacar Exame.com trouxe centenas de novas conexões no LinkedIn, pedidos de reunião e reforço no posicionamento junto a clientes  e prospects. (confira um dos vídeos aqui).

3 – Um grupo em recuperação judicial precisava provar que estava operacional e financeiramente pronto para honrar compromissos. Fizemos um projeto faseado que comprovou isso e ajudou a:

  • Reabrir linhas de crédito
  • Destravar a cadeia de suprimento
  • Reconquistar clientes perdidos

Hoje o Grupo trabalha com resultados positivos e futuro promissor, ante a um quase estrangulamento na operação.

Não conseguimos precisar um ROI para cada uma dessas três ações, inclusive porque quanto mais passa o tempo mais esse retorno parece aumentar. ROI infinito? imensurável? Progressivo?

Equipe Comunicare

Estamos no LinkedIn.

Conecte-se com os sócios da ComunicareFábio Alberici e Adriana Cavalcanti.

Assessoria de imprensa: resiliência com foco no resultado

Para falarmos da importância da resiliência na Assessoria de Imprensa com resultado, buscamos na agenda a data em que levamos nosso cliente à sede de uma grande emissora de TV para um café.

Foi no dia 21 de julho que o apresentamos ao produtor e, juntos, sentamos rodeando uma mesinha de lanchonete para desenhar o que seria um dos maiores estudos sobre corrupção já feitos no país.

Trabalhamos com exclusividade, pois era a maneira de aumentar o espaço e o envolvimento da emissora de TV – essa é uma ferramenta importante em assessoria de imprensa. (clique aqui para entender o que faz uma assessoria de imprensa)

As três partes saíram de lá empolgadíssimas com o que estava por vir: a missão do cliente era esmiuçar dentro de uma base de dados de mais de 140 milhões de processos da Justiça brasileira todos aqueles que se referiam a algum tipo de ato ilícito contra a administração pública.

A da Comunicare era garantir que a resposta chegaria no curto prazo, para as coisas não ‘esfriarem’.

Por fim, a do produtor era lutar com a chefia de reportagem para não ‘perder’ a pauta para a equipe de Brasília (para onde vai – e onde nasce – a maioria das notícias desse tipo atualmente).

Mas demorou mais que o esperado

Pois bem, desde aquela tarde em que todos saíram empenhados nas suas funções, até a veiculação da matéria, se passaram looongos quatro meses e três dias.

Se chegamos a pensar que a pauta tinha caído? Sim. Mas é aí que entra a resiliência no trabalho de assessoria de imprensa.

Por mais difícil e até desacreditado que o projeto que esteja, a gente tem que segurar firme as expectativas do cliente, entender (e por que não, confiar?) o lado do jornalista e conduzir as duas partes com o máximo de jogo de cintura.

Nessa negociação em que a gente hora é cobrado e hora é cobrador, o que mais pensávamos era no resultado que essa matéria geraria para o cliente – uma startup enxuta com um gasto mensal de R$ 100 mil só com armazenamento de dados e que fez na assessoria de imprensa seu único investimento em marketing.

E acreditar e perseverar deu certo!

A matéria foi ao ar com destaque – e rendeu conversas com novos prospects e investidores para a start-up, com um possível aporte que garantirá a operação da empresa pelo próximo ano.

Por que o resultado demorou tanto?

Porque o estudo era gigante e demandou mais envolvimento de todas as partes que o esperado, com um impacto importante em estruturas enxutas, tanto do cliente como da produção da TV.

E, também, porque é tanta notícia sobre corrupção em jornais que a batalha por espaço do que não seja hard news é intensa.

Portanto, mais uma vez, resiliência para enfrentar todos os desafios que surgem é importante para que todos os envolvidos não percam o foco no resultado final.

Equipe Comunicare

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