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Qual o número de usuários de LinkedIn? O que eles buscam?

Qual o número de usuários de LinkedIn no Brasil? E no mundo? LinkedIn é só para procurar emprego, né?

Essas são algumas perguntas que ouvimos em nossas conversas pelo mundo empreendedor, corporativo, cultural, educacional, entre tantos outros setores que atuamos.

E o LinkedIn é o tema do episódio de estreia da série Pílulas da Comunicare, com informações rápidas e úteis de comunicação. Confira!

 

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Como calcular o retorno do investimento em Comunicação?

Centimetragem, origem de contatos e outros modelos não conseguem mensurar o impacto que Assessoria de Imprensa e outras ferramentas trazem ao negócio

ROI COMUNICAÇÃO

 

 Se tem algo que suscita debates é o tal do ROI (return over investment, ou quantos reais voltam para cada real gasto) em Comunicação e principalmente Assessoria de Imprensa.

Em Assessoria de Imprensa, os métodos mais antigos falavam em centimetragem – quanto o espaço conquistado em matérias valia em espaço publicitário equivalente.

E aqui já começava a briga, pois um veículo falando bem de seu negócio, produto ou serviço tem muito mais potência de convencimento que um anúncio. Quanto, duas, três, cinco vezes? E se falasse mal?

Também tinha aquela tentativa de tracking, aí já extrapolando para comunicação em geral:

“Como o senhor ficou sabendo de nós?

(   ) Anúncio  (    ) Reportagem   (     ) Indicação  (     ) Redes Sociais  (    ) Outros”.

Mas aí o sujeito viu uma matéria, daí comentou com um amigo e comprou um serviço após passar pelo outdoor enquanto um anúncio apareceu no facebook. Qual ele assinalaria?

Hoje, no mundo digital, podemos ter CTR, % de engajamento, taxa de conversão, jornada do cliente, etc. Ajuda a clarear o ROI quando falamos de venda de produtos.

 

Mas e imagem? Como calcular o ROI de comunicação sobre imagem?

Recentemente, três casos chamaram atenção aqui na Comunicare, e colocam mais lenha nessa fogueira:

1 – Há três anos, divulgamos um acordo de uma rede de escolas com o Google. Como resultado, aumento antecipado de matrículas. ROI fácil de calcular – quanto veio de matrícula dividido por quanto se investiu, pronto, resultado final.

Mas a coordenadora de marketing digital das escolas contou poucas semanas atrás que aquele trabalho foi o ponto de inflexão na imagem da escolas, aliando modernidade à sua marca, o que traz retorno até hoje.

2 – A Adriana Gattermayr, CEO da Gattermayr Consulting, nos contou que a série de vídeos sobre gestão de carreira e pessoas que conseguimos emplacar Exame.com trouxe centenas de novas conexões no LinkedIn, pedidos de reunião e reforço no posicionamento junto a clientes  e prospects. (confira um dos vídeos aqui).

3 – Um grupo em recuperação judicial precisava provar que estava operacional e financeiramente pronto para honrar compromissos. Fizemos um projeto faseado que comprovou isso e ajudou a:

  • Reabrir linhas de crédito
  • Destravar a cadeia de suprimento
  • Reconquistar clientes perdidos

Hoje o Grupo trabalha com resultados positivos e futuro promissor, ante a um quase estrangulamento na operação.

Não conseguimos precisar um ROI para cada uma dessas três ações, inclusive porque quanto mais passa o tempo mais esse retorno parece aumentar. ROI infinito? imensurável? Progressivo?

Equipe Comunicare

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Assessoria de imprensa: resiliência com foco no resultado

Para falarmos da importância da resiliência na Assessoria de Imprensa com resultado, buscamos na agenda a data em que levamos nosso cliente à sede de uma grande emissora de TV para um café.

Foi no dia 21 de julho que o apresentamos ao produtor e, juntos, sentamos rodeando uma mesinha de lanchonete para desenhar o que seria um dos maiores estudos sobre corrupção já feitos no país.

Trabalhamos com exclusividade, pois era a maneira de aumentar o espaço e o envolvimento da emissora de TV – essa é uma ferramenta importante em assessoria de imprensa. (clique aqui para entender o que faz uma assessoria de imprensa)

As três partes saíram de lá empolgadíssimas com o que estava por vir: a missão do cliente era esmiuçar dentro de uma base de dados de mais de 140 milhões de processos da Justiça brasileira todos aqueles que se referiam a algum tipo de ato ilícito contra a administração pública.

A da Comunicare era garantir que a resposta chegaria no curto prazo, para as coisas não ‘esfriarem’.

Por fim, a do produtor era lutar com a chefia de reportagem para não ‘perder’ a pauta para a equipe de Brasília (para onde vai – e onde nasce – a maioria das notícias desse tipo atualmente).

Mas demorou mais que o esperado

Pois bem, desde aquela tarde em que todos saíram empenhados nas suas funções, até a veiculação da matéria, se passaram looongos quatro meses e três dias.

Se chegamos a pensar que a pauta tinha caído? Sim. Mas é aí que entra a resiliência no trabalho de assessoria de imprensa.

Por mais difícil e até desacreditado que o projeto que esteja, a gente tem que segurar firme as expectativas do cliente, entender (e por que não, confiar?) o lado do jornalista e conduzir as duas partes com o máximo de jogo de cintura.

Nessa negociação em que a gente hora é cobrado e hora é cobrador, o que mais pensávamos era no resultado que essa matéria geraria para o cliente – uma startup enxuta com um gasto mensal de R$ 100 mil só com armazenamento de dados e que fez na assessoria de imprensa seu único investimento em marketing.

E acreditar e perseverar deu certo!

A matéria foi ao ar com destaque – e rendeu conversas com novos prospects e investidores para a start-up, com um possível aporte que garantirá a operação da empresa pelo próximo ano.

Por que o resultado demorou tanto?

Porque o estudo era gigante e demandou mais envolvimento de todas as partes que o esperado, com um impacto importante em estruturas enxutas, tanto do cliente como da produção da TV.

E, também, porque é tanta notícia sobre corrupção em jornais que a batalha por espaço do que não seja hard news é intensa.

Portanto, mais uma vez, resiliência para enfrentar todos os desafios que surgem é importante para que todos os envolvidos não percam o foco no resultado final.

Equipe Comunicare

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Como lidar com o excesso de e-mails?

Não, não estamos felizes com o número de e-mails que recebemos!

excesso de emails

Mas, sim, o e-mail é uma ferramenta importantíssima nos negócios e continua em crescimento – segundo estudo da Radicati (Palo Alto/CA), estamos em cerca de 116 bilhões de e-mails trocados diariamente nos negócios, e caminhamos para 129 bi em três anos.

O estudo relata também que um(a) profissional recebe, em média, 90 e-mails por dia, sendo 76 legítimos e o restante classificado como SPAM. E essa pessoa manda cerca de 30 mensagens/dia.

Como atingir produtividade e eficiência em meio a tantos e-mails indo e, principalmente, vindo?

Algumas dicas para lidarmos melhor com nossas inchadas caixas de entrada:

  1. Crie pastas e regras em sua caixa e entrada, fazendo divisão automática por assuntos, empresas, pessoas. Assim, você já sabe que um e-mail daquele cliente/projeto/prospect chegou sem precisar ler toda a lista de mensagens;
  2. Responder ou encaminhar um e-mail sem propósito claro ou novas informações relevantes significa que você apenas empurrou o problema para outro. Precisa confirmar uma data? Que tal ligar? “Eu ainda não resolvi a questão porque mandei o e-mail para confirmar o dia, estou esperando uma resposta”. Resumindo, você continua onde está, sem avançar;
  3. Faça perguntas ou peça informações inteligentes, objetivas e construtivas para a conversa. A chance de resposta é muito maior;
  4. Tenha clareza e seja sucinto, começando pelo campo subjetc/assunto;
  5. Não tenha vergonha de solicitar que seu endereço seja retirado de um loop/conversa/ thread (entre outros nomes dados à sequência de e-mails trocados sobre um mesmo assunto). Mas faça-o de maneira cortês;
  6. Quando responder, retire também os nomes que você julgar não pertinentes àquela conversa ou cujas funções sua resposta não tem relação;
  7. Ainda respondendo um e-mail com várias pessoas, pense em mudar o assunto acrescentando um termo sobre sua área de atuação (por exemplo, RE: projeto 1234 / COMUNICAÇÃO);
  8. Retire sua inscrição/assinatura de newsletters, e-mails marketing, informativos, etc., que você não lê. Leva muito menos tempo que apagá-los, e é quase certo que você se deparará com o mesmo conteúdo em outra plataforma se ele for relevante para você (como LinkedIn e Facebook);
  9. Incentive sua empresa a conversar! seja pessoalmente ou por telefone. Por exemplo, marcar/confirmar uma reunião é mais fácil assim do que por e-mail. Depois, claro, envie o convite para a agenda;
  10. Pergunte-se Eu preciso…
  • ser copiado em tudo o que a equipe conversa eletronicamente?
  • copiar tanta gente em minhas mensagens, mesmo que seja um simples “obrigado”?

São algumas ideias sobre o tema. Se tiver mais dicas, por favor, compartilhe aqui nos comentários ou com a gente no LinkedIn. Conecte-se conosco: Fábio Alberici e Adriana Cavalcanti.

Uma curiosidade: sabe por que você recebe tanto e-mail marketing? Pelo simples fato que eles vendem, até mais que as redes sociais (11% a mais de retorno, segundo esse artigo na Forbes).

Quando bem elaborados, eles são altamente personalizados e baseados em permissão – em algum momento você quis recebê-los e forneceu seu endereço – fazendo com que o alcance atinja 90%.

 

Assessoria de Imprensa – Dicas para uma entrevista – parte 2

 

preparação para entrevista

Em assessoria de imprensa, sempre orientamos como lidar com jornalistas.

No post anterior, comentamos ações que devem ser evitadas numa entrevista para a imprensa, qualquer que seja o tipo de mídia (revista, jornal, TV, blog, etc.).

Como dar uma boa entrevista?

Agora, abordaremos como se preparar para uma, ou seja o que fazer antes de atender o/a jornalista:

  1. Prepare-se:informe-se com seu assessor de imprensa ou com o/a próprio jornalista. Pergunte qual o assunto de interesse e revise seus conhecimentos e opiniões sobre o tema.
    Mais que isso, pergunte que tipo de questões ele/a pretende fazer, e tenha anotações à mão se achar necessário – principalmente quando tiver que abordar números e estatísticas.
  2. Seja ágil e prestativo: quanto mais rápida e colaborativa for sua resposta à solicitação de entrevista ou informação, maior as chances de exposição positiva e recorrente.
    Portanto, fique atento às demandas da sua assessoria de imprensa ou área de comunicação da empresa em que trabalha.
  3. Seja sucinto: pense em respostas objetivas e diretas, visando a facilitar o entendimento. Dica ainda mais importante se for o caso de entrevistas para rádio ou TV, quando o tempo para respostas costuma ser curto.
  4. Seja sincero: se não tiver/souber uma informação, não hesite em dizer isso ao repórter. Ofereça-se para buscar a informação e responder mais tarde ou, ainda, indique alguém que tenha a resposta. Isso baseará uma relação de confiança.

PS: Se tiver dúvidas ou precisar de mais dicas, estamos no LinkedInConecte-se conosco: Fábio Alberici e Adriana Cavalcanti.

 

Quanto custa uma Assessoria de Imprensa?

“Qual o custo de uma Assessoria de imprensa?”. Eis uma pergunta recorrente e com múltiplas variáveis para responder.quanto_custa_assessoria_imprensa

Basicamente você estará pagando a soma da estrutura da agência com a remuneração de assessores de imprensa, relações-públicas e outros profissionais dedicados ao projeto.

O fator mais preponderante é o nível dos jornalistas, RPs e demais profissionais de Comunicação envolvidos em cada projeto de assessoria de imprensa.

Bons profissionais têm preço – e valem esse investimento.

Ao pedir orçamentos indiscriminadamente, você receberá de preços irrisórios (já vimos cobrarem R$ 500,00 ou R$ 1.000,00.

Mas não confie, aliás fuja!) a somas estelares – essas últimas, normalmente, são de grandes agências para grandes companhias que exigem, além de inteligência, volume alto de horas dedicadas.

No meio do caminho, há agências de médio porte e as boutiques, com profissionais ultra especializados e estrutura otimizada.

Mas, se sua necessidade é posicionar bem sua empresa nos principais veículos que influenciam seu segmento de atuação, tenha em mente que isso é algo relevante, estratégico e não são profissionais e agências mal remunerados que vão conseguir.

Para saber se está bem pago, o ideal é tentar ligar a complexidade dos seus assuntos e necessidades da sua empresa ao valor que lhe foi pedido. Mas, mais uma vez, não confie em orçamentos ‘baratinhos’.

Você contrataria um médico baratinho, ou chamaria aquele que você confia para cuidar da sua saúde?

O mesmo vale para a imagem da sua empresa!
Quer ver como trabalhamos? Passeie pelo nosso site para entender.

Que tal se conectar com a gente?

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Crise – mexa-se ou afunde com ela

 

Soluções cômodas, zona de conforto, desperdício de recursos (seja inteligência, energia ou, obviamente, dinheiro) são algumas das posturas proibidas para quem quer atravessar com menos sustos um período desafiador. E sair até melhor do que entrou.

Resumindo, a crise é um ‘mexa-se ou afunde com ela’.

Na nossa área de comunicação corporativa, temos notado um movimento interessante de clientes: empresas líderes em seus setores revendo suas soluções e prestadores de serviços. A palavra de ordem é racionalizar para não cortar.

Do lado de cá do balcão, dos prestadores de serviços, isso traz desafios para os maiores players do mercado e também para as agências especializadas estilo boutique, caso da Comunicare.

As grandes precisam mostrar mais agilidade, rever custos, processos, colocar mais criatividade e personalização no atendimento – algo que nem sempre conseguem.

Já as boutiques, com sua alta especialização e personalização, têm que comprovar que essa é sua hora – ou seja, que são alternativas de custo mais racional, com maior dinamismo e flexibilidade, atuação mais focada nos objetivos de negócios dos clientes e resultados tão bons quanto as concorrentes. Tudo isso dentro de uma estrutura enxuta.

Por aqui, temos feito nossa parte e conquistado boas vitórias – já são dois os novos clientes no cenário atual.

Mexa-se!

 

Assessoria de Imprensa – O que eu preciso fazer?

Imagem Blog

 

 

Voltando ao tema O que faz uma Assessoria de Imprensa (clique se quiser relembrar), sempre nos perguntam “qual será minha parte, o que eu terei que fazer?”.

Uma máxima que usamos muito é que a Assessoria de Imprensa é uma via de duas mãos, ou seja, processos, informações e demandas precisam fluir para os dois lados.

Isso significa que o cliente precisa ter uma participação ativa e consciente, mas que não demanda muitas horas.

Em três lances, é papel do cliente:

1 – passar informações completas e precisas (pode até ser em excesso, depois a assessoria depura). Ou abrir o acesso à fonte dos dados;

2 – atender a imprensa com prioridade – pois essas demandas não caem do céu, na maioria das vezes um trabalho complexo foi executado para que ela surgisse – e sua empresa está investindo para que isso ocorra;

3 – confiar na Assessoria de Imprensa, seja ela interna ou contratada. E confiar significa abrir todos os números e dados, atender as orientações e seguir as estratégias definidas por esses profissionais para todas as situações, inclusive e principalmente nas crises de imagem.

IMPORTANTE:

Para dar certo, a Assessoria de Imprensa precisa ter um sponsor interno, ou seja alguém dentro da empresa responsável pela interface e que realmente seja um entusiasta do trabalho. Não adianta colocar a Assessoria de Imprensa como job de alguém sobrecarregado.

É assunto relevante, estratégico, prioridade para quem quer se comunicar bem. E deve ser tratado como tal!

Abraços,

Comunicare

Quanto custa uma matéria?

 

Imagem1Eis outra pergunta recorrente quando conversamos com empresas, principalmente aquelas que estão contando com serviços de assessoria de imprensa pela primeira vez * – quanto custa para ter uma matéria publicada?

Custa nada, ou pelo menos deveria ser assim.

Quando uma empresa contrata uma assessoria de imprensa, umas das principais missões da agência é tornar esse novo cliente interessante para os jornalistas que cobrem o seu meio de atuação.

E, assim, fazer com que a empresa figure nas matérias destes veículos – tudo sem custo, somente por interesse em informações de qualidade, confiáveis e voltadas ao público daquele jornal, revista, rádio, TV, site, blog, etc.

É como dizem no meio: “Se sua empresa precisa pagar para sair numa matéria e o veículo aceita receber por isso, os dois estão com sérios problemas”.

Mas e aqueles informes ou notas veiculados por empresas, às vezes na primeira página de jornais importantes?

São os chamados informes publicitários, que, sim, são pagos, devem ter diagramação diferenciando-os do conteúdo editorial e costumam ter efeito controverso – assunto para um novo post.

* Nem só aqueles que começam a lidar com Comunicação tem essa dúvida. Já vimos gerente de produto de multinacional perguntar ao seu colega de empresa:

– Nossa, que matéria bacana, quanto custou?

E, para sua surpresa, a resposta foi:

– Nada, trabalho da nossa assessoria de imprensa.

 

Abraços,
Comunicare

 

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