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Facebook X LinkedIn X Instagram – para onde minha empresa deve ir?

Trabalhamos com empresas e profissionais que prezam seu conhecimento, produtos e serviços, e cremos nessas características como grandes ativos para impulsionar negócios usando a Comunicação.

Todos querem estar nas redes sociais, e a primeira pergunta é sobre o Facebook. Só depois, vêm LinkedIn e Instagram.

Aqui na Comunicare, temos sinalizado para clientes e prospects de Social Media que este não é um destino óbvio para negócios, pelo menos não nos últimos meses. Dizemos isso principalmente porque o alcance orgânico se restringe cada vez mais (estimamos menos de 1% no momento) e a rede não vive seu melhor momento.

O Facebook tenta se sair bem em meio a um enredo que mistura fake news, escândalos envolvendo dados dos usuários e os públicos mais antenados deixando a plataforma de lado – e grandes anunciantes, veículos de mídia, governos, investidores e instituições questionando tudo isso ou abandonando o barco (por exemplo, a Folha de S.Paulo, maior veículo de mídia brasileiro no #face – 6 milhões de seguidores – não publica mais por lá).

(reprodução – NyMag – photo: Chip Somodevilla/Getty Images)

Negócios voltados a empresas, os B2B, ou que envolvam serviços voltados a profissionais/executivos (por exemplo, coaching, educação executiva e afins) têm como melhor ambiente o LinkedIn, tanto em conteúdo, AINDA bastante focado em negócios, como em plataforma para disseminação sem investimento em publicidade.

Para comprovar nosso sentimento, fizemos um levantamento de um cliente da Comunicare da área de RH, consolidando a performance de seus 10 últimos posts e também o índice de crescimento de seguidores no último mês – estamos falando sempre de orgânico.

Vale ressaltar que a base desse cliente no LinkedIn é maior que a do Facebook, mas que descontamos essa diferença no cálculo de desempenho. (Temos perto de 12 mil versus 9 mil seguidores, respectivamente – e isso é mais um sinal de alcance limitado no Facebook, pois a base no #In era bem inferior e ultrapassou a do Fbook rapidamente).

Isso mostra como o LinkedIn foca mais em outros meios para sua monetização além da publicidade (que é bastante cara ), como ferramentas de recrutamento, vendas, atração de talentos e educação. E, assim, deixa que o conteúdo tenha mais alcance orgânico dentro da rede para torná-la atrativa.

Então se o negócio é produto para consumidor final, pessoa física, meu lugar para estar é o Facebook? Não é tão simples, pois o esse produto terá muito dificuldade para surfar em meio ao público. Onde então?

Temos indicado o Instagram, e fizemos um levantamento semelhante em uma rede de sorvetes artesanais também cliente (quer produto mais voltado ao consumidor final?) dando uma olhada em cinco posts recentes. Resultado: diferença ainda mais brutal!

Posts de produto tiveram em média 22 vezes mais interação e alcançaram cinco vezes mais pessoas no Instagram – mas multiplique esse resultado por pelo menos três, pois o Facebook tem 11 mil seguidores, contra 2,7 mil do #Insta.

Vale ressaltar que o Instagram, que é do Facebook, tem sua base de usuários crescendo, investe constantemente em recursos como os Stories e está se tornando porta de entrada para conteúdo mais denso – como canais de youtube, blogs, etc. E por isso começa a fazer sucesso entre consultores, escritores, coaches e empreendedores

Mas quando devo estar no Facebook?

Se você deseja falar com pessoas físicas, consumidores finais ou ser referência em seu mercardo, é bom ter sua presença constante e atualizada na rede por alguns motivos:

Seu nome ou marca sobe nos mecanismos de busca

. Alcançar o público mais conservador ou pouco conectado. Caso seu consumidor esteja longe de ser trendie ou early adopter, ou seja, ele demora para aderir a novidades, é provável que ele esteja só no Facebook,

Anúncios funcionam muito bem e são baratos no Facebook – mas é preciso estratégia para fazê-los eficientes

. Os mecanismos de promoção de eventos são extremamente simples e conseguem grande alcance, inclusive orgânico (se você e seus colaboradores tiverem uma boa rede) ou com baixo investimento.

(Exemplo: Fizemos a promoção da inauguração de uma exposição – mais de 10 mil pessoas alcançadas com meros R$ 50,00)

. E, principalmente, o mundo das redes sociais é volátil, com seus gestores mudando de estratégia a cada momento. Se o Facebook ressurgir como potência de conteúdo, você já estará lá.

Impossível este último item acontecer? Basta Zuckerberg e sua turma mexerem em alguns algoritmos!

 

PS: Estamos no LinkedIn, Facebook e Instagram.

Conecte-se com os sócios da ComunicareFábio Alberici e Adriana Cavalcanti.

 

Como calcular o retorno do investimento em Comunicação?

Centimetragem, origem de contatos e outros modelos não conseguem mensurar o impacto que Assessoria de Imprensa e outras ferramentas trazem ao negócio

ROI COMUNICAÇÃO

 

 Se tem algo que suscita debates é o tal do ROI (return over investment, ou quantos reais voltam para cada real gasto) em Comunicação e principalmente Assessoria de Imprensa.

Em Assessoria de Imprensa, os métodos mais antigos falavam em centimetragem – quanto o espaço conquistado em matérias valia em espaço publicitário equivalente.

E aqui já começava a briga, pois um veículo falando bem de seu negócio, produto ou serviço tem muito mais potência de convencimento que um anúncio. Quanto, duas, três, cinco vezes? E se falasse mal?

Também tinha aquela tentativa de tracking, aí já extrapolando para comunicação em geral:

“Como o senhor ficou sabendo de nós?

(   ) Anúncio  (    ) Reportagem   (     ) Indicação  (     ) Redes Sociais  (    ) Outros”.

Mas aí o sujeito viu uma matéria, daí comentou com um amigo e comprou um serviço após passar pelo outdoor enquanto um anúncio apareceu no facebook. Qual ele assinalaria?

Hoje, no mundo digital, podemos ter CTR, % de engajamento, taxa de conversão, jornada do cliente, etc. Ajuda a clarear o ROI quando falamos de venda de produtos.

 

Mas e imagem? Como calcular o ROI de comunicação sobre imagem?

Recentemente, três casos chamaram atenção aqui na Comunicare, e colocam mais lenha nessa fogueira:

1 – Há três anos, divulgamos um acordo de uma rede de escolas com o Google. Como resultado, aumento antecipado de matrículas. ROI fácil de calcular – quanto veio de matrícula dividido por quanto se investiu, pronto, resultado final.

Mas a coordenadora de marketing digital das escolas contou poucas semanas atrás que aquele trabalho foi o ponto de inflexão na imagem da escolas, aliando modernidade à sua marca, o que traz retorno até hoje.

2 – A Adriana Gattermayr, CEO da Gattermayr Consulting, nos contou que a série de vídeos sobre gestão de carreira e pessoas que conseguimos emplacar Exame.com trouxe centenas de novas conexões no LinkedIn, pedidos de reunião e reforço no posicionamento junto a clientes  e prospects. (confira um dos vídeos aqui).

3 – Um grupo em recuperação judicial precisava provar que estava operacional e financeiramente pronto para honrar compromissos. Fizemos um projeto faseado que comprovou isso e ajudou a:

  • Reabrir linhas de crédito
  • Destravar a cadeia de suprimento
  • Reconquistar clientes perdidos

Hoje o Grupo trabalha com resultados positivos e futuro promissor, ante a um quase estrangulamento na operação.

Não conseguimos precisar um ROI para cada uma dessas três ações, inclusive porque quanto mais passa o tempo mais esse retorno parece aumentar. ROI infinito? imensurável? Progressivo?

Equipe Comunicare

Estamos no LinkedIn.

Conecte-se com os sócios da ComunicareFábio Alberici e Adriana Cavalcanti.

Assessoria de Imprensa – Dicas para uma entrevista – parte 2

 

preparação para entrevista

Em assessoria de imprensa, sempre orientamos como lidar com jornalistas.

No post anterior, comentamos ações que devem ser evitadas numa entrevista para a imprensa, qualquer que seja o tipo de mídia (revista, jornal, TV, blog, etc.).

Como dar uma boa entrevista?

Agora, abordaremos como se preparar para uma, ou seja o que fazer antes de atender o/a jornalista:

  1. Prepare-se:informe-se com seu assessor de imprensa ou com o/a próprio jornalista. Pergunte qual o assunto de interesse e revise seus conhecimentos e opiniões sobre o tema.
    Mais que isso, pergunte que tipo de questões ele/a pretende fazer, e tenha anotações à mão se achar necessário – principalmente quando tiver que abordar números e estatísticas.
  2. Seja ágil e prestativo: quanto mais rápida e colaborativa for sua resposta à solicitação de entrevista ou informação, maior as chances de exposição positiva e recorrente.
    Portanto, fique atento às demandas da sua assessoria de imprensa ou área de comunicação da empresa em que trabalha.
  3. Seja sucinto: pense em respostas objetivas e diretas, visando a facilitar o entendimento. Dica ainda mais importante se for o caso de entrevistas para rádio ou TV, quando o tempo para respostas costuma ser curto.
  4. Seja sincero: se não tiver/souber uma informação, não hesite em dizer isso ao repórter. Ofereça-se para buscar a informação e responder mais tarde ou, ainda, indique alguém que tenha a resposta. Isso baseará uma relação de confiança.

PS: Se tiver dúvidas ou precisar de mais dicas, estamos no LinkedInConecte-se conosco: Fábio Alberici e Adriana Cavalcanti.

 

Dicas para uma boa entrevista – parte 1

Como Dar entrevistaSeja para rádio, TV, impressos ou online, há alguns comportamento e hábitos que podem ajudar a ter um bom desempenho quando conceder uma entrevista.

O ideal é conversar com sua assessoria de imprensa sobre as necessidades e expectativas do repórter – ou até mesmo pensar em um media trainning.

Aqui, listamos aqui algumas ações a serem EVITADAS:

  • Não diga “Escreve aí na sua matéria” ou ordens do gênero;
  • Nunca peça para ler o texto ou ver o vídeo antes de ser publicado, a menos que o próprio jornalista ofereça (algo cada vez mais raro). Já falamos sobre isso nos dois posts abaixo, com participações especiais:

Minha assessoria de imprensa conseguiu uma entrevista. Posso ler antes de ser publicada?Posso ler a matéria antes de ser publicada? – Parte 2

  • Evite interromper uma pergunta, mesmo que seja polêmica ou tenha fatos ou conceitos incorretos – principalmente em entrevistas para rádio e TV. Vai parecer impaciente ou contrariado com o assunto, o que pode gerar uma percepção errada sobre você;
  • Não se precipite ou perca a calma, mesmo diante de perguntas difíceis. Se for pego de surpresa, peça tempo para tomar pé da situação ou trazer a resposta adequada, conversando com sua assessoria de imprensa;
  • Não dê opiniões pessoais que sejam diferentes das profissionais. Afinal, você está falando por sua empresa;
  • Não crie situações ou fatos para agradar ao jornalista ou tentar passar uma boa imagem de sua empresa.

PS: Esse tipo de orientação, com ainda mais detalhes e personalizadas, são colocadas nos manuais de imprensa que elaboramos para nossos clientes. Se quiser debater ou ter mais informações sobre esses assuntos, estamos no LinkedIn.

Conecte-se conosco: Fábio Alberici e Adriana Cavalcanti.

É hora de contratar uma assessoria de imprensa?


Lendo jornal assessoria de imprensa

Quatro sinais que está na hora de contar com uma Assessoria de Imprensa!

Empresas, instituições e empreendedores podem ter dúvida sobre qual o momento certo de contratar uma Assessoria de Comunicação para realizar um bom relacionamento com a imprensa.
Alguns sinais claros que “sim, é hora de contratar” estão dentro da sua corporação ou em seus competidores.

1 – Seu concorrente aparece na mídia, sua empresa não!

Você abre os jornais, sites e blogs, ou vê/ouve os noticiários e dá de cara com seu concorrente com frequência. Aquele com um produto, serviço ou conhecimento similar, ou até mesmo inferior, ao seu está lá falando sobre o segmento, apresentando seus diferenciais.

Com certeza ele criou uma relação produtiva com jornalistas, e a chance de ele já contar com uma assessoria de imprensa para isso é enorme. Não fique para trás!

2 – Você tem boas histórias para contar

  • Os resultados estão muito bons?
  • Você está mudando modelos consagrados de negócio (ou tem um business disruptivo, como diz o ecossistema empreendedor)?
  • Conseguiu inovações para seu setor?
  • O público ou empresas estão sendo ajudados por seu negócio?

É hora de conversar com um especialista, um assessor de comunicação ou imprensa.

3 – Tem jornalista batendo na sua porta

Jornalistas descobrem seu produto, ou precisam do seu conhecimento ou perguntam algo sobre a performance da sua empresa.

É hora de avaliar como tirar o melhor proveito disso para a imagem do seu negócio, e também como atender essa demanda da melhor maneira possível para os dois lados – com bom conteúdo para a imprensa, sem conturbar a rotina do lado da empresa. Um bom projeto de Comunicação e Relacionamento com a Mídia mostrará o caminho.

4 – Seus executivos dão entrevista e você não sabe

De repente um diretor ou especialista do seu time começa a dar entrevistas, e outro, mais um… E todos falando de assuntos inerentes à atuação deles e ao negócio.

É necessário profissionalizar essa relação com os jornalistas, para que a empresa e toda a equipe ganhe com isso – atendimento mais dinâmico, potencialização da exposição, não deixar pontas soltas nas entrevistas, entre outros benefícios.

Se encaixou em uma ou mais das situações acima? Considere falar com uma Agência de Comunicação que tenha entre seus produtos a Assessoria de Imprensa.

Que tal se conectar com a gente?

Estamos no LinkedInFábio Alberici e Adriana Cavalcanti

Seis dicas pro trabalho de Assessoria de Comunicação vender mais!

Claro que muitos nos procuram para consolidar imagem frente à concorrência, em busca de exposição positiva junto a investidores ou patrocinadores, reconhecimento de marca, etc. Mas o foco de 70%, principalmente de empreendedores e PMEs, é ajudar nas vendas.

Um cliente, estreante no mundo da Comunicação Corporativa, nos contratou porque “O mundo mudou, não consigo mais telefonar e marcar uma reunião como se fazia antigamente. Então quero aparecer para que meu telefone toque”.

Com informações interessantes para divulgar, já viu sua empresa, em menos de três meses, em veículos de enorme relevância como Folha de S. Paulo, Valor, Época, O Globo, entre outros.

Mas o telefone não tocou. O e-mail não chegou. O whatsapp/Skype/Messenger/FaceTime não apitou.

Analisando as demais ferramentas e iniciativas de Comunicação da empresa, uma consultoria de São Paulo, vimos que a aposta na Assessoria de Imprensa estava acontecendo isoladamente. Isso não é mais suficiente num mundo de tantas informações pipocando exaustivamente na tela do computador ou celular, e disputando continuamente a atenção do leitor – ou futuro cliente.

Imagine a cena: o executivo que você quer atingir, aquele que vai comprar prestação de serviços ou produtos de sua empresa, lê uma matéria com ou sobre você. “Puxa, isso é interessante, vou ligar para essa empresa”.

Nesse meio tempo, a secretária deixou um documento urgente, 32 e-mails chegaram, o grupo da equipe no Whatsapp tem outras dezenas de notificações, a matéria seguinte também é interessante… pronto: a sua empresa entrou para a memória, que precisará ser novamente provocada.

Qual a solução: múltiplas ações, todas simples, desenvolvidas em ambiente propício para o seu público-alvo interagir com você.

Seis ações de comunicação para ajudar na geração de leads:

  1. Quando sair uma matéria, coloque no LinkedIn da empresa (sim, ela precisa ter uma página bem produzida e atualizada).
  2. Depois compartilhe essa notícia no seu perfil profissional (que você manterá ativo!) com um lembrete: “Hoje estamos no JORNAL TAL com nosso PROJETO/PRODUTO/SERVIÇO”.
  3. O mesmo vale para o Facebook, ainda mais se seu target for pessoa-física, consumidor final. Um cliente de mercado financeiro captou vários investidores nessa rede com um único post de uma matéria.
  4. Modele um e-mail marketing para compartilhar as principais notícias com clientes e prospects. Outro cliente da Comunicare, este B2B, mandou o tal e-mail com sua matéria no Estadão e recebeu de volta elogios – e pedidos de reunião.
  5. Atualize o site o quanto antes, e coloque lá a notícia e o seu contato. A imagem que o futuro cliente encontrar na internet deve ser condizente com o que viu no jornal – e, assim, de cara ter a certeza “Ah, são esses mesmos!”.
  6. Pense ainda no Whatstapp, grupos de LinkedIn ou Facebook, Instagram se for pertinente ao seu negócio.

Resumindo, faça a notícia chegar a sua network e pipeline de prospects por vários canais. É tão importante quanto o Valor, Folha, Época, revistas especializadas, etc, falarem bem de você.

O que todas as ações acima têm em comum?

1 – Deixam seu cliente a somente um clique (responder/curtir/comentar/telefonar) de sua empresa.

2 – Sua Agência de Comunicação pode realizá-las rapidamente, sem implicar mais trabalho para você.

 

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Crise – mexa-se ou afunde com ela

 

Soluções cômodas, zona de conforto, desperdício de recursos (seja inteligência, energia ou, obviamente, dinheiro) são algumas das posturas proibidas para quem quer atravessar com menos sustos um período desafiador. E sair até melhor do que entrou.

Resumindo, a crise é um ‘mexa-se ou afunde com ela’.

Na nossa área de comunicação corporativa, temos notado um movimento interessante de clientes: empresas líderes em seus setores revendo suas soluções e prestadores de serviços. A palavra de ordem é racionalizar para não cortar.

Do lado de cá do balcão, dos prestadores de serviços, isso traz desafios para os maiores players do mercado e também para as agências especializadas estilo boutique, caso da Comunicare.

As grandes precisam mostrar mais agilidade, rever custos, processos, colocar mais criatividade e personalização no atendimento – algo que nem sempre conseguem.

Já as boutiques, com sua alta especialização e personalização, têm que comprovar que essa é sua hora – ou seja, que são alternativas de custo mais racional, com maior dinamismo e flexibilidade, atuação mais focada nos objetivos de negócios dos clientes e resultados tão bons quanto as concorrentes. Tudo isso dentro de uma estrutura enxuta.

Por aqui, temos feito nossa parte e conquistado boas vitórias – já são dois os novos clientes no cenário atual.

Mexa-se!

 

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