Seis dicas pro trabalho de Assessoria de Comunicação vender mais!

Claro que muitos nos procuram para consolidar imagem frente à concorrência, em busca de exposição positiva junto a investidores ou patrocinadores, reconhecimento de marca, etc. Mas o foco de 70%, principalmente de empreendedores e PMEs, é ajudar nas vendas.

Um cliente, estreante no mundo da Comunicação Corporativa, nos contratou porque “O mundo mudou, não consigo mais telefonar e marcar uma reunião como se fazia antigamente. Então quero aparecer para que meu telefone toque”.

Com informações interessantes para divulgar, já viu sua empresa, em menos de três meses, em veículos de enorme relevância como Folha de S. Paulo, Valor, Época, O Globo, entre outros.

Mas o telefone não tocou. O e-mail não chegou. O whatsapp/Skype/Messenger/FaceTime não apitou.

Analisando as demais ferramentas e iniciativas de Comunicação da empresa, uma consultoria de São Paulo, vimos que a aposta na Assessoria de Imprensa estava acontecendo isoladamente. Isso não é mais suficiente num mundo de tantas informações pipocando exaustivamente na tela do computador ou celular, e disputando continuamente a atenção do leitor – ou futuro cliente.

Imagine a cena: o executivo que você quer atingir, aquele que vai comprar prestação de serviços ou produtos de sua empresa, lê uma matéria com ou sobre você. “Puxa, isso é interessante, vou ligar para essa empresa”.

Nesse meio tempo, a secretária deixou um documento urgente, 32 e-mails chegaram, o grupo da equipe no Whatsapp tem outras dezenas de notificações, a matéria seguinte também é interessante… pronto: a sua empresa entrou para a memória, que precisará ser novamente provocada.

Qual a solução: múltiplas ações, todas simples, desenvolvidas em ambiente propício para o seu público-alvo interagir com você.

Seis ações de comunicação para ajudar na geração de leads:

  1. Quando sair uma matéria, coloque no LinkedIn da empresa (sim, ela precisa ter uma página bem produzida e atualizada).
  2. Depois compartilhe essa notícia no seu perfil profissional (que você manterá ativo!) com um lembrete: “Hoje estamos no JORNAL TAL com nosso PROJETO/PRODUTO/SERVIÇO”.
  3. O mesmo vale para o Facebook, ainda mais se seu target for pessoa-física, consumidor final. Um cliente de mercado financeiro captou vários investidores nessa rede com um único post de uma matéria.
  4. Modele um e-mail marketing para compartilhar as principais notícias com clientes e prospects. Outro cliente da Comunicare, este B2B, mandou o tal e-mail com sua matéria no Estadão e recebeu de volta elogios – e pedidos de reunião.
  5. Atualize o site o quanto antes, e coloque lá a notícia e o seu contato. A imagem que o futuro cliente encontrar na internet deve ser condizente com o que viu no jornal – e, assim, de cara ter a certeza “Ah, são esses mesmos!”.
  6. Pense ainda no Whatstapp, grupos de LinkedIn ou Facebook, Instagram se for pertinente ao seu negócio.

Resumindo, faça a notícia chegar a sua network e pipeline de prospects por vários canais. É tão importante quanto o Valor, Folha, Época, revistas especializadas, etc, falarem bem de você.

O que todas as ações acima têm em comum?

1 – Deixam seu cliente a somente um clique (responder/curtir/comentar/telefonar) de sua empresa.

2 – Sua Agência de Comunicação pode realizá-las rapidamente, sem implicar mais trabalho para você.

 

Que tal se conectar com a gente?

Estamos no LinkedInFábio Alberici e Adriana Cavalcanti

Quanto custa uma Assessoria de Imprensa?

“Qual o custo de uma Assessoria de imprensa?”. Eis uma pergunta recorrente e com múltiplas variáveis para responder.quanto_custa_assessoria_imprensa

Basicamente você estará pagando a soma da estrutura da agência com a remuneração de assessores de imprensa, relações-públicas e outros profissionais dedicados ao projeto.

O fator mais preponderante é o nível dos jornalistas, RPs e demais profissionais de Comunicação envolvidos em cada projeto de assessoria de imprensa.

Bons profissionais têm preço – e valem esse investimento.

Ao pedir orçamentos indiscriminadamente, você receberá de preços irrisórios (já vimos cobrarem R$ 500,00 ou R$ 1.000,00.

Mas não confie, aliás fuja!) a somas estelares – essas últimas, normalmente, são de grandes agências para grandes companhias que exigem, além de inteligência, volume alto de horas dedicadas.

No meio do caminho, há agências de médio porte e as boutiques, com profissionais ultra especializados e estrutura otimizada.

Mas, se sua necessidade é posicionar bem sua empresa nos principais veículos que influenciam seu segmento de atuação, tenha em mente que isso é algo relevante, estratégico e não são profissionais e agências mal remunerados que vão conseguir.

Para saber se está bem pago, o ideal é tentar ligar a complexidade dos seus assuntos e necessidades da sua empresa ao valor que lhe foi pedido. Mas, mais uma vez, não confie em orçamentos ‘baratinhos’.

Você contrataria um médico baratinho, ou chamaria aquele que você confia para cuidar da sua saúde?

O mesmo vale para a imagem da sua empresa!
Quer ver como trabalhamos? Passeie pelo nosso site para entender.

Que tal se conectar com a gente?

Estamos no LinkedInFábio Alberici e Adriana Cavalcanti

Crise – mexa-se ou afunde com ela

 

Soluções cômodas, zona de conforto, desperdício de recursos (seja inteligência, energia ou, obviamente, dinheiro) são algumas das posturas proibidas para quem quer atravessar com menos sustos um período desafiador. E sair até melhor do que entrou.

Resumindo, a crise é um ‘mexa-se ou afunde com ela’.

Na nossa área de comunicação corporativa, temos notado um movimento interessante de clientes: empresas líderes em seus setores revendo suas soluções e prestadores de serviços. A palavra de ordem é racionalizar para não cortar.

Do lado de cá do balcão, dos prestadores de serviços, isso traz desafios para os maiores players do mercado e também para as agências especializadas estilo boutique, caso da Comunicare.

As grandes precisam mostrar mais agilidade, rever custos, processos, colocar mais criatividade e personalização no atendimento – algo que nem sempre conseguem.

Já as boutiques, com sua alta especialização e personalização, têm que comprovar que essa é sua hora – ou seja, que são alternativas de custo mais racional, com maior dinamismo e flexibilidade, atuação mais focada nos objetivos de negócios dos clientes e resultados tão bons quanto as concorrentes. Tudo isso dentro de uma estrutura enxuta.

Por aqui, temos feito nossa parte e conquistado boas vitórias – já são dois os novos clientes no cenário atual.

Mexa-se!

 

Assessoria de imprensa é baseada em relacionamento profissional com as redações

jornais

 

Uma dúvida constante: A quais veículos vocês têm acesso?

– Sem arrogância ou exagero, a todos. Se ainda não tivermos o acesso, nós construímos.

O diálogo acima fez parte de uma reunião recente da Comunicare com um prospect que busca assessoria de imprensa, e denota bem o movimento que vivemos no meio.

Se a profissionalização no atendimento é necessária e irreversível, essa dinâmica também se verifica no relacionamento com os veículos de comunicação. Acabou, ou tem seu fim próximo, a era do “sou amigo do fulano na redação”.

Hoje, prevalece a Assessoria de Imprensa que construir relações profissionais e eficientes com os mais diversos veículos que façam diferença para o negócio de seu cliente.

Outra conversa, desta vez com um cliente, também ilustra e esclarece bem o tema:

– Precisarei pagar para sair aqui?!, perguntou o cliente em tom contrariado, com um grande jornal na mão. Meus concorrentes estão lá!, emendou.

– Calma, eles estão trabalhando marca e relacionamento com a imprensa há muito tempo. Nós começamos há pouco, mas já estamos comprovando para esse mesmo jornal que sua empresa merece estar lá.

Poucas semanas depois, uma matéria de meia página confirmou o progresso.

Ou seja, nem amizade, nem matéria paga. O fator-chave de sucesso é o profissionalismo.

Obs.: no primeiro diálogo, a melhor maneira de sanar a dúvida foi “vamos abordar de outra maneira. Você quer saber onde meus clientes têm aparecido? Esta semana tivemos matérias em…”.

Assessoria de Imprensa – O que eu preciso fazer?

Imagem Blog

 

 

Voltando ao tema O que faz uma Assessoria de Imprensa (clique se quiser relembrar), sempre nos perguntam “qual será minha parte, o que eu terei que fazer?”.

Uma máxima que usamos muito é que a Assessoria de Imprensa é uma via de duas mãos, ou seja, processos, informações e demandas precisam fluir para os dois lados.

Isso significa que o cliente precisa ter uma participação ativa e consciente, mas que não demanda muitas horas.

Em três lances, é papel do cliente:

1 – passar informações completas e precisas (pode até ser em excesso, depois a assessoria depura). Ou abrir o acesso à fonte dos dados;

2 – atender a imprensa com prioridade – pois essas demandas não caem do céu, na maioria das vezes um trabalho complexo foi executado para que ela surgisse – e sua empresa está investindo para que isso ocorra;

3 – confiar na Assessoria de Imprensa, seja ela interna ou contratada. E confiar significa abrir todos os números e dados, atender as orientações e seguir as estratégias definidas por esses profissionais para todas as situações, inclusive e principalmente nas crises de imagem.

IMPORTANTE:

Para dar certo, a Assessoria de Imprensa precisa ter um sponsor interno, ou seja alguém dentro da empresa responsável pela interface e que realmente seja um entusiasta do trabalho. Não adianta colocar a Assessoria de Imprensa como job de alguém sobrecarregado.

É assunto relevante, estratégico, prioridade para quem quer se comunicar bem. E deve ser tratado como tal!

Abraços,

Comunicare

Quanto custa uma matéria?

 

Imagem1Eis outra pergunta recorrente quando conversamos com empresas, principalmente aquelas que estão contando com serviços de assessoria de imprensa pela primeira vez * – quanto custa para ter uma matéria publicada?

Custa nada, ou pelo menos deveria ser assim.

Quando uma empresa contrata uma assessoria de imprensa, umas das principais missões da agência é tornar esse novo cliente interessante para os jornalistas que cobrem o seu meio de atuação.

E, assim, fazer com que a empresa figure nas matérias destes veículos – tudo sem custo, somente por interesse em informações de qualidade, confiáveis e voltadas ao público daquele jornal, revista, rádio, TV, site, blog, etc.

É como dizem no meio: “Se sua empresa precisa pagar para sair numa matéria e o veículo aceita receber por isso, os dois estão com sérios problemas”.

Mas e aqueles informes ou notas veiculados por empresas, às vezes na primeira página de jornais importantes?

São os chamados informes publicitários, que, sim, são pagos, devem ter diagramação diferenciando-os do conteúdo editorial e costumam ter efeito controverso – assunto para um novo post.

* Nem só aqueles que começam a lidar com Comunicação tem essa dúvida. Já vimos gerente de produto de multinacional perguntar ao seu colega de empresa:

– Nossa, que matéria bacana, quanto custou?

E, para sua surpresa, a resposta foi:

– Nada, trabalho da nossa assessoria de imprensa.

 

Abraços,
Comunicare

 

Posso ler a matéria antes de ser publicada? – Parte 2

No último post do Blog da Comunicare, abordamos uma das questões mais comuns em nossa atuação em Assessoria de Imprensa:

Minha assessoria de imprensa conseguiu uma entrevista ou matéria. Posso ler antes de ser publicada? (clique para ler).

O assunto é interessante e rendeu mais uma colaboração valiosa, agora do Costábile Nicoletta* (abaixo). Se você tiver uma visão diferente ou história para contar, como o Costábile, comente o post ou envie para nós. Este espaço é colaborativo.

O grande problema nessas situações é que a fonte trata o repórter como se fosse um subordinado seu, ao impor a leitura prévia do que se vai escrever. Cabe ao assessor de imprensa orientar seu cliente sobre os males que isso pode causar.

Em todos os periódicos em que trabalhei, nunca permiti que os repórteres sob a minha coordenação enviassem o texto para a “aprovação” do entrevistado. Certa vez, quando eu trabalhava no Estadão, a vice-presidente de comunicação do JP Morgan praticamente exigiu que eu lhe mandasse uma cópia do que eu publicaria depois de entrevistar um dos executivos do banco para uma matéria de fim de semana. Ela argumentou que os jornalistas americanos fazem isso com frequência. Respondi que os jornalistas brasileiros, escaldados pela censura, dificilmente faziam isso e que, se essa fosse uma condição para a entrevista, ela seria cancelada. A matéria foi publicada.

Mas Elio Gaspari, um dos jornalistas mais respeitados do Brasil, não vê problema em submeter o texto ao entrevistado antes, a fim de evitar equívocos. “Até porque”, disse Gaspari numa palestra no Estadão quando ele trabalhou lá, “o repórter só mudará aquilo que julgar que deve alterar, pois o texto continua sendo de autoria do jornalista, não da fonte.” 

*Costábile Nicoletta – Jornalista com 31 anos de profissão, especializado em economia e negócios e passagem em cargos de edição e direção nos jornais Gazeta Mercantil, O Estado de S. Paulo, Valor Econômico, Estado de Minas, Meio & Mensagem, Brasil Econômico e revista Carta Capital.

 

Minha assessoria de imprensa conseguiu uma entrevista ou matéria. Posso ler antes de ser publicada?

Essa é uma das perguntas mais recorrentes quando tratamos da relação empresa/jornalista. E a resposta, neste caso, é direta: “não”.

A única exceção é se o jornalista solicitar que você leia caso ele tenha alguma dúvida – isso é extremamente raro, ocorre às vezes em entrevistas sobre temas mais técnicos.

“Mas se sou eu que dou as informações, por que não posso ler? A assessoria de imprensa não deveria conseguir isso?”

Mais uma vez, não. A decisão está na mão do jornalista, que é o ‘dono’ do texto, o responsável por ele – da mesma maneira que as informações contidas ali serão responsabilidade dele e passíveis de correção caso contenham erro (assunto para outro post).

E, ressaltamos, não vale a pena pressionar para que a assessoria de imprensa solicite a leitura, apele à boa-vontade do jornalista.

A possibilidade é enorme de gerar sentimento negativo: “Como assim, ler meu texto? Acha que não entendi ou não sei escrever?”.

Tenha certeza que o relacionamento com esse jornalista e possivelmente seus colegas de redação ficará muito mais difícil dali por diante.

A visão do outro lado – o que diz Angelo Pavini*, do Blog Arena do Pavini:

A melhor resposta que vi sobre esse tema foi a de um repórter que disse para o assessor de imprensa: “se ele não tem certeza do que falou, eu tenho certeza do que ouvi”.

O ponto fundamental é que deve haver uma relação de confiança entre fonte e repórter. E essa confiança implica em riscos de ambas as partes. Repórteres que gravam as entrevistas ajudam a reduzir o risco de erros, e o assessor pode ajudar ao gravar também.

O ponto principal, porém, é que, ao submeter o texto ao entrevistado, o jornalista abre espaço para pedidos de mudanças e interferências em seu trabalho, envolvendo até modificações no que foi dito realmente.

Não é raro o entrevistado despreparado para lidar com a imprensa ou muito espontâneo se arrepender depois do que falou e tentar mudar as declarações mais polêmicas ou estratégicas.

Trata-se ainda de uma questão de respeito ao trabalho o jornalista, ao demonstrar confiança em sua capacidade de interpretar e traduzir as afirmações. 

Da mesma forma, há casos em que o próprio repórter recorre à fonte para verificar se o que ele escreveu está correto, principalmente em assuntos mais técnicos. Mas, em todos os casos, o papel da fonte deve ser o de se colocar à disposição do repórter para esclarecer qualquer dúvida, facilitando o contato ao máximo para evitar possíveis erros.

O que Pavini comentou aponta para outro papel importante da assessoria de imprensa: trabalhar para evitar ruídos na comunicação. Isso pode ser feito anteriormente à entrevista, preparando materiais de apoio, e após a conversa, reconfirmando os números, enviando os dados solicitados por escrito, entre outras atitudes.

Mas, resumindo, não, você não poderá ler/aprovar a matéria, seja ela sobre um assunto de sua especialidade ou mesmo sobre você ou sua empresa.

* Angelo Pavini (www.arenadopavini.com.br) é jornalista formado pela Pontifícia Universidade de São Paulo (PUC-SP), com 22 anos de experiência na cobertura do mercado financeiro e de assuntos ligados a finanças pessoais. Foi editor do caderno Eu & Investimentos do Valor Econômico, coordenador de cobertura de mercados do canal de TV brasileiro da Bloomberg, editor do serviço de notícias em tempo real da agência Reuters, coordenador em São Paulo do serviço de notícias financeiras em tempo real da Agência O Globo e editor de Finanças e do caderno de serviços financeiros Suas Contas do jornal O Estado de S.Paulo. 

O que faz uma assessoria de imprensa?

Bem-vindo ao Blog da Comunicare

Criamos este espaço para falar de Comunicação de maneira direta e simples.

Trataremos principalmente de dúvidas que encontramos em nosso dia-a-dia, em conversas com empresas, jornalistas, empreendedores e profissionais de comunicação e marketing.

Serão temas dos mais simples aos mais complexos, buscando responder várias questões sobre o nosso meio.

O blog será escritos por nós da Comunicare, mas também teremos sempre colaborações externas – assim a visão fica mais completa.

Por falar em dúvidas, se tiver alguma sobre assessoria de imprensa, produção de conteúdo, estratégias de comunicação, relacionamento com imprensa, ou outro assunto relacionado à Comunicação em geral, mande para nós.

Teremos prazer em responder.

E começamos com uma pergunta que pode parecer simples, mas é recorrente:

“O que faz uma assessoria de imprensa?”

Para nós, a melhor resposta é “Proporciona um relacionamento profissional entre o cliente e a imprensa”.

Ou seja, a assessoria de imprensa é responsável por fazer com que o conteúdo da sua empresa chegue às mãos dos jornalistas com a mensagem correta, em qualquer situação.

Seja propondo um tema para uma matéria (sugestão de pauta), divulgando informações para os veículos que trabalham aquele assunto, respondendo demandas ou agendando uma entrevista – nesse caso, mesmo que o cliente fale direto com o jornalista, a assessoria o ajudará a saber o que esse entrevistador precisa e a apurar e organizar essas informações.

Em todos esses casos, a missão é a mesma – fazer com que a informação ou versão da empresa chegue ao jornalista da maneira correta e adequada.

De maneira resumida, o que a Assessoria de Imprensa pode e deve fazer?

    • Apurar o que uma empresa tem de relevante para a imprensa
    • Fazer com que empresa e jornalista interajam profissionalmente
    • Dimensionar o potencial de divulgação de cada projeto ou acontecimento
    • Elaborar materiais jornalísticos de qualidade
    • Construir mailings precisos e assim enviar a informação pertinente ao jornalista correto
    • Divulgar novidades, projetos e informações
    • Agendar entrevistas e preparar os entrevistados
    • Identificar e treinar os melhores porta-vozes
    • Garantir que a empresa seja ouvida quando houver questionamentos

Isso é só o começo, destrincharemos mais nos próximos posts.

E o que não deve (ou deveria) fazer?

  •  Prometer matérias, uma vez que a palavra final é sempre do jornalista
  • Divulgar sem critério, seja de conteúdo ou de alvo
  • Trabalhar informações falsas ou imprecisas
  • Envolver-se com a área comercial das publicações – isso é para os publicitários

E outras coisas mais que acabam por atrapalhar o dia a dia com clientes e redações.

Volte mais vezes, teremos sempre novidades!

Um abraço!

Comunicare

ENDEREÇO

Rua Afonso Celso, 1221 - Cj 56
CEP 04119-061 - Vila Mariana
São Paulo - SP

TELEFONE

(11) 5594 4174