Arquivos da categoria: Redes Sociais

Os principais números do Instagram!

Quantos usuários tem o Instagram? Quantas fotos eles publicam por dia? E quantos likes elas ganham? Esses e outros números estão neste capítulo das Pílulas da Comunicare.

Quer acompanhar nossas notícias? Estamos no LinkedInFacebook e Instagram.

Conecte-se com os sócios da ComunicareFábio Alberici e Adriana Cavalcanti.

Qual o número de usuários de LinkedIn? O que eles buscam?

Qual o número de usuários de LinkedIn no Brasil? E no mundo? LinkedIn é só para procurar emprego, né?

Essas são algumas perguntas que ouvimos em nossas conversas pelo mundo empreendedor, corporativo, cultural, educacional, entre tantos outros setores que atuamos.

E o LinkedIn é o tema do episódio de estreia da série Pílulas da Comunicare, com informações rápidas e úteis de comunicação. Confira!

 

Quer acompanhar nossas notícias? Estamos no LinkedInFacebook e Instagram.

Conecte-se com os sócios da ComunicareFábio Alberici e Adriana Cavalcanti.

Facebook X LinkedIn X Instagram – para onde minha empresa deve ir?

Trabalhamos com empresas e profissionais que prezam seu conhecimento, produtos e serviços, e cremos nessas características como grandes ativos para impulsionar negócios usando a Comunicação.

Todos querem estar nas redes sociais, e a primeira pergunta é sobre o Facebook. Só depois, vêm LinkedIn e Instagram.

Aqui na Comunicare, temos sinalizado para clientes e prospects de Social Media que este não é um destino óbvio para negócios, pelo menos não nos últimos meses. Dizemos isso principalmente porque o alcance orgânico se restringe cada vez mais (estimamos menos de 1% no momento) e a rede não vive seu melhor momento.

O Facebook tenta se sair bem em meio a um enredo que mistura fake news, escândalos envolvendo dados dos usuários e os públicos mais antenados deixando a plataforma de lado – e grandes anunciantes, veículos de mídia, governos, investidores e instituições questionando tudo isso ou abandonando o barco (por exemplo, a Folha de S.Paulo, maior veículo de mídia brasileiro no #face – 6 milhões de seguidores – não publica mais por lá).

(reprodução – NyMag – photo: Chip Somodevilla/Getty Images)

Negócios voltados a empresas, os B2B, ou que envolvam serviços voltados a profissionais/executivos (por exemplo, coaching, educação executiva e afins) têm como melhor ambiente o LinkedIn, tanto em conteúdo, AINDA bastante focado em negócios, como em plataforma para disseminação sem investimento em publicidade.

Para comprovar nosso sentimento, fizemos um levantamento de um cliente da Comunicare da área de RH, consolidando a performance de seus 10 últimos posts e também o índice de crescimento de seguidores no último mês – estamos falando sempre de orgânico.

Vale ressaltar que a base desse cliente no LinkedIn é maior que a do Facebook, mas que descontamos essa diferença no cálculo de desempenho. (Temos perto de 12 mil versus 9 mil seguidores, respectivamente – e isso é mais um sinal de alcance limitado no Facebook, pois a base no #In era bem inferior e ultrapassou a do Fbook rapidamente).

Isso mostra como o LinkedIn foca mais em outros meios para sua monetização além da publicidade (que é bastante cara ), como ferramentas de recrutamento, vendas, atração de talentos e educação. E, assim, deixa que o conteúdo tenha mais alcance orgânico dentro da rede para torná-la atrativa.

Então se o negócio é produto para consumidor final, pessoa física, meu lugar para estar é o Facebook? Não é tão simples, pois o esse produto terá muito dificuldade para surfar em meio ao público. Onde então?

Temos indicado o Instagram, e fizemos um levantamento semelhante em uma rede de sorvetes artesanais também cliente (quer produto mais voltado ao consumidor final?) dando uma olhada em cinco posts recentes. Resultado: diferença ainda mais brutal!

Posts de produto tiveram em média 22 vezes mais interação e alcançaram cinco vezes mais pessoas no Instagram – mas multiplique esse resultado por pelo menos três, pois o Facebook tem 11 mil seguidores, contra 2,7 mil do #Insta.

Vale ressaltar que o Instagram, que é do Facebook, tem sua base de usuários crescendo, investe constantemente em recursos como os Stories e está se tornando porta de entrada para conteúdo mais denso – como canais de youtube, blogs, etc. E por isso começa a fazer sucesso entre consultores, escritores, coaches e empreendedores

Mas quando devo estar no Facebook?

Se você deseja falar com pessoas físicas, consumidores finais ou ser referência em seu mercardo, é bom ter sua presença constante e atualizada na rede por alguns motivos:

Seu nome ou marca sobe nos mecanismos de busca

. Alcançar o público mais conservador ou pouco conectado. Caso seu consumidor esteja longe de ser trendie ou early adopter, ou seja, ele demora para aderir a novidades, é provável que ele esteja só no Facebook,

Anúncios funcionam muito bem e são baratos no Facebook – mas é preciso estratégia para fazê-los eficientes

. Os mecanismos de promoção de eventos são extremamente simples e conseguem grande alcance, inclusive orgânico (se você e seus colaboradores tiverem uma boa rede) ou com baixo investimento.

(Exemplo: Fizemos a promoção da inauguração de uma exposição – mais de 10 mil pessoas alcançadas com meros R$ 50,00)

. E, principalmente, o mundo das redes sociais é volátil, com seus gestores mudando de estratégia a cada momento. Se o Facebook ressurgir como potência de conteúdo, você já estará lá.

Impossível este último item acontecer? Basta Zuckerberg e sua turma mexerem em alguns algoritmos!

 

PS: Estamos no LinkedIn, Facebook e Instagram.

Conecte-se com os sócios da ComunicareFábio Alberici e Adriana Cavalcanti.

 

Como calcular o retorno do investimento em Comunicação?

Centimetragem, origem de contatos e outros modelos não conseguem mensurar o impacto que Assessoria de Imprensa e outras ferramentas trazem ao negócio

ROI COMUNICAÇÃO

 

 Se tem algo que suscita debates é o tal do ROI (return over investment, ou quantos reais voltam para cada real gasto) em Comunicação e principalmente Assessoria de Imprensa.

Em Assessoria de Imprensa, os métodos mais antigos falavam em centimetragem – quanto o espaço conquistado em matérias valia em espaço publicitário equivalente.

E aqui já começava a briga, pois um veículo falando bem de seu negócio, produto ou serviço tem muito mais potência de convencimento que um anúncio. Quanto, duas, três, cinco vezes? E se falasse mal?

Também tinha aquela tentativa de tracking, aí já extrapolando para comunicação em geral:

“Como o senhor ficou sabendo de nós?

(   ) Anúncio  (    ) Reportagem   (     ) Indicação  (     ) Redes Sociais  (    ) Outros”.

Mas aí o sujeito viu uma matéria, daí comentou com um amigo e comprou um serviço após passar pelo outdoor enquanto um anúncio apareceu no facebook. Qual ele assinalaria?

Hoje, no mundo digital, podemos ter CTR, % de engajamento, taxa de conversão, jornada do cliente, etc. Ajuda a clarear o ROI quando falamos de venda de produtos.

 

Mas e imagem? Como calcular o ROI de comunicação sobre imagem?

Recentemente, três casos chamaram atenção aqui na Comunicare, e colocam mais lenha nessa fogueira:

1 – Há três anos, divulgamos um acordo de uma rede de escolas com o Google. Como resultado, aumento antecipado de matrículas. ROI fácil de calcular – quanto veio de matrícula dividido por quanto se investiu, pronto, resultado final.

Mas a coordenadora de marketing digital das escolas contou poucas semanas atrás que aquele trabalho foi o ponto de inflexão na imagem da escolas, aliando modernidade à sua marca, o que traz retorno até hoje.

2 – A Adriana Gattermayr, CEO da Gattermayr Consulting, nos contou que a série de vídeos sobre gestão de carreira e pessoas que conseguimos emplacar Exame.com trouxe centenas de novas conexões no LinkedIn, pedidos de reunião e reforço no posicionamento junto a clientes  e prospects. (confira um dos vídeos aqui).

3 – Um grupo em recuperação judicial precisava provar que estava operacional e financeiramente pronto para honrar compromissos. Fizemos um projeto faseado que comprovou isso e ajudou a:

  • Reabrir linhas de crédito
  • Destravar a cadeia de suprimento
  • Reconquistar clientes perdidos

Hoje o Grupo trabalha com resultados positivos e futuro promissor, ante a um quase estrangulamento na operação.

Não conseguimos precisar um ROI para cada uma dessas três ações, inclusive porque quanto mais passa o tempo mais esse retorno parece aumentar. ROI infinito? imensurável? Progressivo?

Equipe Comunicare

Estamos no LinkedIn.

Conecte-se com os sócios da ComunicareFábio Alberici e Adriana Cavalcanti.