Arquivo do autor:Fábio Alberici de Mello

Quais os maiores jornais do Brasil?

Quais os jornais com maior circulação no Brasil? E nas edições eletrônicas?
Essa é a pergunta que respondemos nessa edição das Pílulas da Comunicare.

 

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E quando o jornal ou TV erra… e gera uma crise?

Como um pedido de retratação reverteu uma crise originada a 2,7 mil quilômetros de distância

gerenciamento de crise

Já contamos aqui que uma crise de imagem pode ter origens diversas – inclusive alheias ao negócio, como nesse caso: surgiu numa matéria que contava uma história que acontecia a 2.700 quilômetros de distância. E foi resolvida com trabalho de Assessoria de Imprensa e Gerenciamento de Crise.

Era uma reportagem na principal emissora do país sobre jogos e apostas envolvendo dinheiro em escolas do Nordeste.

De repente, no que se chama imagem de cobertura (quando o repórter ou apresentador conta uma história e imagens relacionadas aparecem), mostram instalações e alunos de um cliente da Comunicare em São Paulo, com logo à mostra e legível no uniforme.

Pronto, estava armada a confusão, com pais e mães de alunos ligando para a escola para saber o que estava acontecendo, pais e mães de futuros alunos ameaçando cancelar a matrícula e por aí vai.

Os sócios do grupo que controla esta escola (e mais cinco) acionaram nossa equipe, dizendo que iriam processar a emissora e precisavam da gravação.

Pedimos calma e que aguardassem, pois iríamos reverter a situação.

Utilizando os canais corretos, mostramos o erro e solicitamos retratação à produção e direção do programa.

A emissora retirou o trecho com as instalações e o uniforme da matéria que tinha ido também para o site, e a apresentadora do programa reconheceu o erro e pediu desculpas à escola e à comunidade de pais e alunos na edição seguinte do jornalístico.

Com isso, a rotina (e matrículas) voltou à normalidade, e o grupo economizou uns bons milhares de reais com advogados.

De interessante, fica:

– A observação da potência que o meio televisivo tem e que a crise ganhou velocidade e tamanho com os pais e mães usando whatsapp entre eles (isso diz respeito ao caminho que a crise toma, também abordado por nós nesse texto).

– E que usar estratégias de Comunicação contra problemas de Comunicação é a melhor saída.

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Crise de imagem – cinco dicas para enfrentar

Uma crise de imagem pode ter diversas origens, de acidentes (de qualquer magnitude) ou agressões a questões como assédio e trabalho escravo na cadeia produtiva, passando por temais mais corriqueiros como produtos com defeito ou não entregues, mau atendimento, validades vencidas, etc.

Crise de imagem

Se antes o único canal para uma crise se alastrar era via imprensa, hoje as redes sociais e apps de comunicação permitem que problemas de imagem ganhem proporções rapidamente.

Um tema complexo que exige muitas análises de fatores de risco, comportamentais, mercados, entre outras, mas que podemos listar alguns pontos comuns a todas.

5 DICAS PARA ENFRENTAR UMA CRISE

  1. Tente prever as crises e, tão importante quanto, quais caminhos ela faria até chegar aos canais de sua empresa.

Quais redes sociais seus consumidores mais usam? Quais os pontos de contato da sua empresa com a sociedade/comunidade? Quem seu colaborador avisaria assim que soubesse de um problema?

Isso é importante para saber onde agir, quem treinar, o que monitorar. O quanto antes você souber da crise, mais controle sobre ela você terá!

  1. Nunca minimize uma crise! Essa é uma orientação propalada por Jack Welch, um ícone da administração de empresa modernas que fez história comandando a americana G&E.

Segundo ele, deve se tratar uma crise como se fosse a maior crise que sua empresa poderia enfrentar.

Se ela não atingir tal ponto, ao menos você terá aprendido bastante e terá se preparado para as próximas

  1. Nos meios tradicionais de imprensa (TVs, rádios, revistas, sites, etc), não culpe o mensageiro pela possibilidade de crise.

Ou seja, não adianta apontar como causa do problema o jornalista que abordar sua empresa por apurar um fato relatado ou descoberto por ele.

Foque nas explicações a serem dadas para, no melhor dos casos, reverter integralmente a crise, e nas medidas a serem tomadas, caso a questão seja procedente.

Aqui e aqui listamos dicas para conceder boas entrevistas.

  1. Nas redes sociais, seja cortês e solícito, sempre!

Não importa a linguagem e tom utilizados pelos reclamantes, uma resposta mal-educada pode ampliar, e muito, uma conversa que poderia ter um círculo bem restrito

5. Transparência ao máximo – tanto para comprovar que tal problema não existiu ou não que era de sua responsabilidade, como para assumir responsabilidades e mostrar que tomou as medidas necessárias caso ele tenha existido

Dois exemplos, um negativo e um positivo, mostram a importância do que explicamos aqui.

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Facebook X LinkedIn X Instagram – para onde minha empresa deve ir?

Trabalhamos com empresas e profissionais que prezam seu conhecimento, produtos e serviços, e cremos nessas características como grandes ativos para impulsionar negócios usando a Comunicação.

Todos querem estar nas redes sociais, e a primeira pergunta é sobre o Facebook. Só depois, vêm LinkedIn e Instagram.

Aqui na Comunicare, temos sinalizado para clientes e prospects de Social Media que este não é um destino óbvio para negócios, pelo menos não nos últimos meses. Dizemos isso principalmente porque o alcance orgânico se restringe cada vez mais (estimamos menos de 1% no momento) e a rede não vive seu melhor momento.

O Facebook tenta se sair bem em meio a um enredo que mistura fake news, escândalos envolvendo dados dos usuários e os públicos mais antenados deixando a plataforma de lado – e grandes anunciantes, veículos de mídia, governos, investidores e instituições questionando tudo isso ou abandonando o barco (por exemplo, a Folha de S.Paulo, maior veículo de mídia brasileiro no #face – 6 milhões de seguidores – não publica mais por lá).

(reprodução – NyMag – photo: Chip Somodevilla/Getty Images)

Negócios voltados a empresas, os B2B, ou que envolvam serviços voltados a profissionais/executivos (por exemplo, coaching, educação executiva e afins) têm como melhor ambiente o LinkedIn, tanto em conteúdo, AINDA bastante focado em negócios, como em plataforma para disseminação sem investimento em publicidade.

Para comprovar nosso sentimento, fizemos um levantamento de um cliente da Comunicare da área de RH, consolidando a performance de seus 10 últimos posts e também o índice de crescimento de seguidores no último mês – estamos falando sempre de orgânico.

Vale ressaltar que a base desse cliente no LinkedIn é maior que a do Facebook, mas que descontamos essa diferença no cálculo de desempenho. (Temos perto de 12 mil versus 9 mil seguidores, respectivamente – e isso é mais um sinal de alcance limitado no Facebook, pois a base no #In era bem inferior e ultrapassou a do Fbook rapidamente).

Isso mostra como o LinkedIn foca mais em outros meios para sua monetização além da publicidade (que é bastante cara ), como ferramentas de recrutamento, vendas, atração de talentos e educação. E, assim, deixa que o conteúdo tenha mais alcance orgânico dentro da rede para torná-la atrativa.

Então se o negócio é produto para consumidor final, pessoa física, meu lugar para estar é o Facebook? Não é tão simples, pois o esse produto terá muito dificuldade para surfar em meio ao público. Onde então?

Temos indicado o Instagram, e fizemos um levantamento semelhante em uma rede de sorvetes artesanais também cliente (quer produto mais voltado ao consumidor final?) dando uma olhada em cinco posts recentes. Resultado: diferença ainda mais brutal!

Posts de produto tiveram em média 22 vezes mais interação e alcançaram cinco vezes mais pessoas no Instagram – mas multiplique esse resultado por pelo menos três, pois o Facebook tem 11 mil seguidores, contra 2,7 mil do #Insta.

Vale ressaltar que o Instagram, que é do Facebook, tem sua base de usuários crescendo, investe constantemente em recursos como os Stories e está se tornando porta de entrada para conteúdo mais denso – como canais de youtube, blogs, etc. E por isso começa a fazer sucesso entre consultores, escritores, coaches e empreendedores

Mas quando devo estar no Facebook?

Se você deseja falar com pessoas físicas, consumidores finais ou ser referência em seu mercardo, é bom ter sua presença constante e atualizada na rede por alguns motivos:

Seu nome ou marca sobe nos mecanismos de busca

. Alcançar o público mais conservador ou pouco conectado. Caso seu consumidor esteja longe de ser trendie ou early adopter, ou seja, ele demora para aderir a novidades, é provável que ele esteja só no Facebook,

Anúncios funcionam muito bem e são baratos no Facebook – mas é preciso estratégia para fazê-los eficientes

. Os mecanismos de promoção de eventos são extremamente simples e conseguem grande alcance, inclusive orgânico (se você e seus colaboradores tiverem uma boa rede) ou com baixo investimento.

(Exemplo: Fizemos a promoção da inauguração de uma exposição – mais de 10 mil pessoas alcançadas com meros R$ 50,00)

. E, principalmente, o mundo das redes sociais é volátil, com seus gestores mudando de estratégia a cada momento. Se o Facebook ressurgir como potência de conteúdo, você já estará lá.

Impossível este último item acontecer? Basta Zuckerberg e sua turma mexerem em alguns algoritmos!

 

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Tracionando a comunicação de start-ups

 

Temos duas start-ups com DNA tecnológico e futuro promissor como nossas novas clientes.

Na área de Saúde, a novidade é a HealthCentriX, empresa que tem como missão revolucionar o uso das informações no segmento com inteligência artificial e machine learning.

À frente, estão Fabio Abreu e Fábio Boihagian, com longa trajetória no mercado e que já empreenderam a AxisMed, vendida à Telefonica.

Em educação, a nova cliente é a Eskolare, plataforma que está colocando escolas de todo país no ambiente do e-commerce, gerando ganhos de gestão, produtividade e tributários – além de dados. Sem falar na comodidade para os pais, que tem todas necessidades de seus filhos para a vida escolar em único lugar.

“Entendemos as necessidades de comunicação de empresas nesta fase e também destacamos nossa expertise em tirar as boas histórias da cabeça dos empreendedores”, conta Adriana Cavalcanti, sócia da Comunicare. “Na linguagem deles, ajudamos a tracionar com a Comunicação”.

O projeto para a HealthCentriX abrange toda comunicação da empresa, incluindo digital e imprensa; para a Eskolare, o foco é exposição positiva na imprensa.

Bem-vindas, Eskolare e HealthCentriX!

Como calcular o retorno do investimento em Comunicação?

Centimetragem, origem de contatos e outros modelos não conseguem mensurar o impacto que Assessoria de Imprensa e outras ferramentas trazem ao negócio

ROI COMUNICAÇÃO

 

 Se tem algo que suscita debates é o tal do ROI (return over investment, ou quantos reais voltam para cada real gasto) em Comunicação e principalmente Assessoria de Imprensa.

Em Assessoria de Imprensa, os métodos mais antigos falavam em centimetragem – quanto o espaço conquistado em matérias valia em espaço publicitário equivalente.

E aqui já começava a briga, pois um veículo falando bem de seu negócio, produto ou serviço tem muito mais potência de convencimento que um anúncio. Quanto, duas, três, cinco vezes? E se falasse mal?

Também tinha aquela tentativa de tracking, aí já extrapolando para comunicação em geral:

“Como o senhor ficou sabendo de nós?

(   ) Anúncio  (    ) Reportagem   (     ) Indicação  (     ) Redes Sociais  (    ) Outros”.

Mas aí o sujeito viu uma matéria, daí comentou com um amigo e comprou um serviço após passar pelo outdoor enquanto um anúncio apareceu no facebook. Qual ele assinalaria?

Hoje, no mundo digital, podemos ter CTR, % de engajamento, taxa de conversão, jornada do cliente, etc. Ajuda a clarear o ROI quando falamos de venda de produtos.

 

Mas e imagem? Como calcular o ROI de comunicação sobre imagem?

Recentemente, três casos chamaram atenção aqui na Comunicare, e colocam mais lenha nessa fogueira:

1 – Há três anos, divulgamos um acordo de uma rede de escolas com o Google. Como resultado, aumento antecipado de matrículas. ROI fácil de calcular – quanto veio de matrícula dividido por quanto se investiu, pronto, resultado final.

Mas a coordenadora de marketing digital das escolas contou poucas semanas atrás que aquele trabalho foi o ponto de inflexão na imagem da escolas, aliando modernidade à sua marca, o que traz retorno até hoje.

2 – A Adriana Gattermayr, CEO da Gattermayr Consulting, nos contou que a série de vídeos sobre gestão de carreira e pessoas que conseguimos emplacar Exame.com trouxe centenas de novas conexões no LinkedIn, pedidos de reunião e reforço no posicionamento junto a clientes  e prospects. (confira um dos vídeos aqui).

3 – Um grupo em recuperação judicial precisava provar que estava operacional e financeiramente pronto para honrar compromissos. Fizemos um projeto faseado que comprovou isso e ajudou a:

  • Reabrir linhas de crédito
  • Destravar a cadeia de suprimento
  • Reconquistar clientes perdidos

Hoje o Grupo trabalha com resultados positivos e futuro promissor, ante a um quase estrangulamento na operação.

Não conseguimos precisar um ROI para cada uma dessas três ações, inclusive porque quanto mais passa o tempo mais esse retorno parece aumentar. ROI infinito? imensurável? Progressivo?

Equipe Comunicare

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Assessoria de imprensa: resiliência com foco no resultado

Para falarmos da importância da resiliência na Assessoria de Imprensa com resultado, buscamos na agenda a data em que levamos nosso cliente à sede de uma grande emissora de TV para um café.

Foi no dia 21 de julho que o apresentamos ao produtor e, juntos, sentamos rodeando uma mesinha de lanchonete para desenhar o que seria um dos maiores estudos sobre corrupção já feitos no país.

Trabalhamos com exclusividade, pois era a maneira de aumentar o espaço e o envolvimento da emissora de TV – essa é uma ferramenta importante em assessoria de imprensa. (clique aqui para entender o que faz uma assessoria de imprensa)

As três partes saíram de lá empolgadíssimas com o que estava por vir: a missão do cliente era esmiuçar dentro de uma base de dados de mais de 140 milhões de processos da Justiça brasileira todos aqueles que se referiam a algum tipo de ato ilícito contra a administração pública.

A da Comunicare era garantir que a resposta chegaria no curto prazo, para as coisas não ‘esfriarem’.

Por fim, a do produtor era lutar com a chefia de reportagem para não ‘perder’ a pauta para a equipe de Brasília (para onde vai – e onde nasce – a maioria das notícias desse tipo atualmente).

Mas demorou mais que o esperado

Pois bem, desde aquela tarde em que todos saíram empenhados nas suas funções, até a veiculação da matéria, se passaram looongos quatro meses e três dias.

Se chegamos a pensar que a pauta tinha caído? Sim. Mas é aí que entra a resiliência no trabalho de assessoria de imprensa.

Por mais difícil e até desacreditado que o projeto que esteja, a gente tem que segurar firme as expectativas do cliente, entender (e por que não, confiar?) o lado do jornalista e conduzir as duas partes com o máximo de jogo de cintura.

Nessa negociação em que a gente hora é cobrado e hora é cobrador, o que mais pensávamos era no resultado que essa matéria geraria para o cliente – uma startup enxuta com um gasto mensal de R$ 100 mil só com armazenamento de dados e que fez na assessoria de imprensa seu único investimento em marketing.

E acreditar e perseverar deu certo!

A matéria foi ao ar com destaque – e rendeu conversas com novos prospects e investidores para a start-up, com um possível aporte que garantirá a operação da empresa pelo próximo ano.

Por que o resultado demorou tanto?

Porque o estudo era gigante e demandou mais envolvimento de todas as partes que o esperado, com um impacto importante em estruturas enxutas, tanto do cliente como da produção da TV.

E, também, porque é tanta notícia sobre corrupção em jornais que a batalha por espaço do que não seja hard news é intensa.

Portanto, mais uma vez, resiliência para enfrentar todos os desafios que surgem é importante para que todos os envolvidos não percam o foco no resultado final.

Equipe Comunicare

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Crise – mexa-se ou afunde com ela

 

Soluções cômodas, zona de conforto, desperdício de recursos (seja inteligência, energia ou, obviamente, dinheiro) são algumas das posturas proibidas para quem quer atravessar com menos sustos um período desafiador. E sair até melhor do que entrou.

Resumindo, a crise é um ‘mexa-se ou afunde com ela’.

Na nossa área de comunicação corporativa, temos notado um movimento interessante de clientes: empresas líderes em seus setores revendo suas soluções e prestadores de serviços. A palavra de ordem é racionalizar para não cortar.

Do lado de cá do balcão, dos prestadores de serviços, isso traz desafios para os maiores players do mercado e também para as agências especializadas estilo boutique, caso da Comunicare.

As grandes precisam mostrar mais agilidade, rever custos, processos, colocar mais criatividade e personalização no atendimento – algo que nem sempre conseguem.

Já as boutiques, com sua alta especialização e personalização, têm que comprovar que essa é sua hora – ou seja, que são alternativas de custo mais racional, com maior dinamismo e flexibilidade, atuação mais focada nos objetivos de negócios dos clientes e resultados tão bons quanto as concorrentes. Tudo isso dentro de uma estrutura enxuta.

Por aqui, temos feito nossa parte e conquistado boas vitórias – já são dois os novos clientes no cenário atual.

Mexa-se!

 

Quanto custa uma matéria?

 

Imagem1Eis outra pergunta recorrente quando conversamos com empresas, principalmente aquelas que estão contando com serviços de assessoria de imprensa pela primeira vez * – quanto custa para ter uma matéria publicada?

Custa nada, ou pelo menos deveria ser assim.

Quando uma empresa contrata uma assessoria de imprensa, umas das principais missões da agência é tornar esse novo cliente interessante para os jornalistas que cobrem o seu meio de atuação.

E, assim, fazer com que a empresa figure nas matérias destes veículos – tudo sem custo, somente por interesse em informações de qualidade, confiáveis e voltadas ao público daquele jornal, revista, rádio, TV, site, blog, etc.

É como dizem no meio: “Se sua empresa precisa pagar para sair numa matéria e o veículo aceita receber por isso, os dois estão com sérios problemas”.

Mas e aqueles informes ou notas veiculados por empresas, às vezes na primeira página de jornais importantes?

São os chamados informes publicitários, que, sim, são pagos, devem ter diagramação diferenciando-os do conteúdo editorial e costumam ter efeito controverso – assunto para um novo post.

* Nem só aqueles que começam a lidar com Comunicação tem essa dúvida. Já vimos gerente de produto de multinacional perguntar ao seu colega de empresa:

– Nossa, que matéria bacana, quanto custou?

E, para sua surpresa, a resposta foi:

– Nada, trabalho da nossa assessoria de imprensa.

 

Abraços,
Comunicare

 

Posso ler a matéria antes de ser publicada? – Parte 2

No último post do Blog da Comunicare, abordamos uma das questões mais comuns em nossa atuação em Assessoria de Imprensa:

Minha assessoria de imprensa conseguiu uma entrevista ou matéria. Posso ler antes de ser publicada? (clique para ler).

O assunto é interessante e rendeu mais uma colaboração valiosa, agora do Costábile Nicoletta* (abaixo). Se você tiver uma visão diferente ou história para contar, como o Costábile, comente o post ou envie para nós. Este espaço é colaborativo.

O grande problema nessas situações é que a fonte trata o repórter como se fosse um subordinado seu, ao impor a leitura prévia do que se vai escrever. Cabe ao assessor de imprensa orientar seu cliente sobre os males que isso pode causar.

Em todos os periódicos em que trabalhei, nunca permiti que os repórteres sob a minha coordenação enviassem o texto para a “aprovação” do entrevistado. Certa vez, quando eu trabalhava no Estadão, a vice-presidente de comunicação do JP Morgan praticamente exigiu que eu lhe mandasse uma cópia do que eu publicaria depois de entrevistar um dos executivos do banco para uma matéria de fim de semana. Ela argumentou que os jornalistas americanos fazem isso com frequência. Respondi que os jornalistas brasileiros, escaldados pela censura, dificilmente faziam isso e que, se essa fosse uma condição para a entrevista, ela seria cancelada. A matéria foi publicada.

Mas Elio Gaspari, um dos jornalistas mais respeitados do Brasil, não vê problema em submeter o texto ao entrevistado antes, a fim de evitar equívocos. “Até porque”, disse Gaspari numa palestra no Estadão quando ele trabalhou lá, “o repórter só mudará aquilo que julgar que deve alterar, pois o texto continua sendo de autoria do jornalista, não da fonte.” 

*Costábile Nicoletta – Jornalista com 31 anos de profissão, especializado em economia e negócios e passagem em cargos de edição e direção nos jornais Gazeta Mercantil, O Estado de S. Paulo, Valor Econômico, Estado de Minas, Meio & Mensagem, Brasil Econômico e revista Carta Capital.

 

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