Qual o número de usuários de LinkedIn? O que eles buscam?

Qual o número de usuários de LinkedIn no Brasil? E no mundo? LinkedIn é só para procurar emprego, né?

Essas são algumas perguntas que ouvimos em nossas conversas pelo mundo empreendedor, corporativo, cultural, educacional, entre tantos outros setores que atuamos.

E o LinkedIn é o tema do episódio de estreia da série Pílulas da Comunicare, com informações rápidas e úteis de comunicação. Confira!

 

Quer acompanhar nossas notícias? Estamos no LinkedInFacebook e Instagram.

Conecte-se com os sócios da ComunicareFábio Alberici e Adriana Cavalcanti.

E quando o jornal ou TV erra… e gera uma crise?

Como um pedido de retratação reverteu uma crise originada a 2,7 mil quilômetros de distância

gerenciamento de crise

Já contamos aqui que uma crise de imagem pode ter origens diversas – inclusive alheias ao negócio, como nesse caso: surgiu numa matéria que contava uma história que acontecia a 2.700 quilômetros de distância. E foi resolvida com trabalho de Assessoria de Imprensa e Gerenciamento de Crise.

Era uma reportagem na principal emissora do país sobre jogos e apostas envolvendo dinheiro em escolas do Nordeste.

De repente, no que se chama imagem de cobertura (quando o repórter ou apresentador conta uma história e imagens relacionadas aparecem), mostram instalações e alunos de um cliente da Comunicare em São Paulo, com logo à mostra e legível no uniforme.

Pronto, estava armada a confusão, com pais e mães de alunos ligando para a escola para saber o que estava acontecendo, pais e mães de futuros alunos ameaçando cancelar a matrícula e por aí vai.

Os sócios do grupo que controla esta escola (e mais cinco) acionaram nossa equipe, dizendo que iriam processar a emissora e precisavam da gravação.

Pedimos calma e que aguardassem, pois iríamos reverter a situação.

Utilizando os canais corretos, mostramos o erro e solicitamos retratação à produção e direção do programa.

A emissora retirou o trecho com as instalações e o uniforme da matéria que tinha ido também para o site, e a apresentadora do programa reconheceu o erro e pediu desculpas à escola e à comunidade de pais e alunos na edição seguinte do jornalístico.

Com isso, a rotina (e matrículas) voltou à normalidade, e o grupo economizou uns bons milhares de reais com advogados.

De interessante, fica:

– A observação da potência que o meio televisivo tem e que a crise ganhou velocidade e tamanho com os pais e mães usando whatsapp entre eles (isso diz respeito ao caminho que a crise toma, também abordado por nós nesse texto).

– E que usar estratégias de Comunicação contra problemas de Comunicação é a melhor saída.

PS: Estamos no LinkedInFacebook e Instagram.

Conecte-se com os sócios da ComunicareFábio Alberici e Adriana Cavalcanti.

Crise de imagem – cinco dicas para enfrentar

Uma crise de imagem pode ter diversas origens, de acidentes (de qualquer magnitude) ou agressões a questões como assédio e trabalho escravo na cadeia produtiva, passando por temais mais corriqueiros como produtos com defeito ou não entregues, mau atendimento, validades vencidas, etc.

Crise de imagem

Se antes o único canal para uma crise se alastrar era via imprensa, hoje as redes sociais e apps de comunicação permitem que problemas de imagem ganhem proporções rapidamente.

Um tema complexo que exige muitas análises de fatores de risco, comportamentais, mercados, entre outras, mas que podemos listar alguns pontos comuns a todas.

5 DICAS PARA ENFRENTAR UMA CRISE

  1. Tente prever as crises e, tão importante quanto, quais caminhos ela faria até chegar aos canais de sua empresa.

Quais redes sociais seus consumidores mais usam? Quais os pontos de contato da sua empresa com a sociedade/comunidade? Quem seu colaborador avisaria assim que soubesse de um problema?

Isso é importante para saber onde agir, quem treinar, o que monitorar. O quanto antes você souber da crise, mais controle sobre ela você terá!

  1. Nunca minimize uma crise! Essa é uma orientação propalada por Jack Welch, um ícone da administração de empresa modernas que fez história comandando a americana G&E.

Segundo ele, deve se tratar uma crise como se fosse a maior crise que sua empresa poderia enfrentar.

Se ela não atingir tal ponto, ao menos você terá aprendido bastante e terá se preparado para as próximas

  1. Nos meios tradicionais de imprensa (TVs, rádios, revistas, sites, etc), não culpe o mensageiro pela possibilidade de crise.

Ou seja, não adianta apontar como causa do problema o jornalista que abordar sua empresa por apurar um fato relatado ou descoberto por ele.

Foque nas explicações a serem dadas para, no melhor dos casos, reverter integralmente a crise, e nas medidas a serem tomadas, caso a questão seja procedente.

Aqui e aqui listamos dicas para conceder boas entrevistas.

  1. Nas redes sociais, seja cortês e solícito, sempre!

Não importa a linguagem e tom utilizados pelos reclamantes, uma resposta mal-educada pode ampliar, e muito, uma conversa que poderia ter um círculo bem restrito

5. Transparência ao máximo – tanto para comprovar que tal problema não existiu ou não que era de sua responsabilidade, como para assumir responsabilidades e mostrar que tomou as medidas necessárias caso ele tenha existido

Dois exemplos, um negativo e um positivo, mostram a importância do que explicamos aqui.

PS: Estamos no LinkedInFacebook e Instagram.

Conecte-se com os sócios da ComunicareFábio Alberici e Adriana Cavalcanti.

Facebook X LinkedIn X Instagram – para onde minha empresa deve ir?

Trabalhamos com empresas e profissionais que prezam seu conhecimento, produtos e serviços, e cremos nessas características como grandes ativos para impulsionar negócios usando a Comunicação.

Todos querem estar nas redes sociais, e a primeira pergunta é sobre o Facebook. Só depois, vêm LinkedIn e Instagram.

Aqui na Comunicare, temos sinalizado para clientes e prospects de Social Media que este não é um destino óbvio para negócios, pelo menos não nos últimos meses. Dizemos isso principalmente porque o alcance orgânico se restringe cada vez mais (estimamos menos de 1% no momento) e a rede não vive seu melhor momento.

O Facebook tenta se sair bem em meio a um enredo que mistura fake news, escândalos envolvendo dados dos usuários e os públicos mais antenados deixando a plataforma de lado – e grandes anunciantes, veículos de mídia, governos, investidores e instituições questionando tudo isso ou abandonando o barco (por exemplo, a Folha de S.Paulo, maior veículo de mídia brasileiro no #face – 6 milhões de seguidores – não publica mais por lá).

(reprodução – NyMag – photo: Chip Somodevilla/Getty Images)

Negócios voltados a empresas, os B2B, ou que envolvam serviços voltados a profissionais/executivos (por exemplo, coaching, educação executiva e afins) têm como melhor ambiente o LinkedIn, tanto em conteúdo, AINDA bastante focado em negócios, como em plataforma para disseminação sem investimento em publicidade.

Para comprovar nosso sentimento, fizemos um levantamento de um cliente da Comunicare da área de RH, consolidando a performance de seus 10 últimos posts e também o índice de crescimento de seguidores no último mês – estamos falando sempre de orgânico.

Vale ressaltar que a base desse cliente no LinkedIn é maior que a do Facebook, mas que descontamos essa diferença no cálculo de desempenho. (Temos perto de 12 mil versus 9 mil seguidores, respectivamente – e isso é mais um sinal de alcance limitado no Facebook, pois a base no #In era bem inferior e ultrapassou a do Fbook rapidamente).

Isso mostra como o LinkedIn foca mais em outros meios para sua monetização além da publicidade (que é bastante cara ), como ferramentas de recrutamento, vendas, atração de talentos e educação. E, assim, deixa que o conteúdo tenha mais alcance orgânico dentro da rede para torná-la atrativa.

Então se o negócio é produto para consumidor final, pessoa física, meu lugar para estar é o Facebook? Não é tão simples, pois o esse produto terá muito dificuldade para surfar em meio ao público. Onde então?

Temos indicado o Instagram, e fizemos um levantamento semelhante em uma rede de sorvetes artesanais também cliente (quer produto mais voltado ao consumidor final?) dando uma olhada em cinco posts recentes. Resultado: diferença ainda mais brutal!

Posts de produto tiveram em média 22 vezes mais interação e alcançaram cinco vezes mais pessoas no Instagram – mas multiplique esse resultado por pelo menos três, pois o Facebook tem 11 mil seguidores, contra 2,7 mil do #Insta.

Vale ressaltar que o Instagram, que é do Facebook, tem sua base de usuários crescendo, investe constantemente em recursos como os Stories e está se tornando porta de entrada para conteúdo mais denso – como canais de youtube, blogs, etc. E por isso começa a fazer sucesso entre consultores, escritores, coaches e empreendedores

Mas quando devo estar no Facebook?

Se você deseja falar com pessoas físicas, consumidores finais ou ser referência em seu mercardo, é bom ter sua presença constante e atualizada na rede por alguns motivos:

Seu nome ou marca sobe nos mecanismos de busca

. Alcançar o público mais conservador ou pouco conectado. Caso seu consumidor esteja longe de ser trendie ou early adopter, ou seja, ele demora para aderir a novidades, é provável que ele esteja só no Facebook,

Anúncios funcionam muito bem e são baratos no Facebook – mas é preciso estratégia para fazê-los eficientes

. Os mecanismos de promoção de eventos são extremamente simples e conseguem grande alcance, inclusive orgânico (se você e seus colaboradores tiverem uma boa rede) ou com baixo investimento.

(Exemplo: Fizemos a promoção da inauguração de uma exposição – mais de 10 mil pessoas alcançadas com meros R$ 50,00)

. E, principalmente, o mundo das redes sociais é volátil, com seus gestores mudando de estratégia a cada momento. Se o Facebook ressurgir como potência de conteúdo, você já estará lá.

Impossível este último item acontecer? Basta Zuckerberg e sua turma mexerem em alguns algoritmos!

 

PS: Estamos no LinkedIn, Facebook e Instagram.

Conecte-se com os sócios da ComunicareFábio Alberici e Adriana Cavalcanti.

 

Tracionando a comunicação de start-ups

 

Temos duas start-ups com DNA tecnológico e futuro promissor como nossas novas clientes.

Na área de Saúde, a novidade é a HealthCentriX, empresa que tem como missão revolucionar o uso das informações no segmento com inteligência artificial e machine learning.

À frente, estão Fabio Abreu e Fábio Boihagian, com longa trajetória no mercado e que já empreenderam a AxisMed, vendida à Telefonica.

Em educação, a nova cliente é a Eskolare, plataforma que está colocando escolas de todo país no ambiente do e-commerce, gerando ganhos de gestão, produtividade e tributários – além de dados. Sem falar na comodidade para os pais, que tem todas necessidades de seus filhos para a vida escolar em único lugar.

“Entendemos as necessidades de comunicação de empresas nesta fase e também destacamos nossa expertise em tirar as boas histórias da cabeça dos empreendedores”, conta Adriana Cavalcanti, sócia da Comunicare. “Na linguagem deles, ajudamos a tracionar com a Comunicação”.

O projeto para a HealthCentriX abrange toda comunicação da empresa, incluindo digital e imprensa; para a Eskolare, o foco é exposição positiva na imprensa.

Bem-vindas, Eskolare e HealthCentriX!

Como calcular o retorno do investimento em Comunicação?

Centimetragem, origem de contatos e outros modelos não conseguem mensurar o impacto que Assessoria de Imprensa e outras ferramentas trazem ao negócio

ROI COMUNICAÇÃO

 

 Se tem algo que suscita debates é o tal do ROI (return over investment, ou quantos reais voltam para cada real gasto) em Comunicação e principalmente Assessoria de Imprensa.

Em Assessoria de Imprensa, os métodos mais antigos falavam em centimetragem – quanto o espaço conquistado em matérias valia em espaço publicitário equivalente.

E aqui já começava a briga, pois um veículo falando bem de seu negócio, produto ou serviço tem muito mais potência de convencimento que um anúncio. Quanto, duas, três, cinco vezes? E se falasse mal?

Também tinha aquela tentativa de tracking, aí já extrapolando para comunicação em geral:

“Como o senhor ficou sabendo de nós?

(   ) Anúncio  (    ) Reportagem   (     ) Indicação  (     ) Redes Sociais  (    ) Outros”.

Mas aí o sujeito viu uma matéria, daí comentou com um amigo e comprou um serviço após passar pelo outdoor enquanto um anúncio apareceu no facebook. Qual ele assinalaria?

Hoje, no mundo digital, podemos ter CTR, % de engajamento, taxa de conversão, jornada do cliente, etc. Ajuda a clarear o ROI quando falamos de venda de produtos.

 

Mas e imagem? Como calcular o ROI de comunicação sobre imagem?

Recentemente, três casos chamaram atenção aqui na Comunicare, e colocam mais lenha nessa fogueira:

1 – Há três anos, divulgamos um acordo de uma rede de escolas com o Google. Como resultado, aumento antecipado de matrículas. ROI fácil de calcular – quanto veio de matrícula dividido por quanto se investiu, pronto, resultado final.

Mas a coordenadora de marketing digital das escolas contou poucas semanas atrás que aquele trabalho foi o ponto de inflexão na imagem da escolas, aliando modernidade à sua marca, o que traz retorno até hoje.

2 – A Adriana Gattermayr, CEO da Gattermayr Consulting, nos contou que a série de vídeos sobre gestão de carreira e pessoas que conseguimos emplacar Exame.com trouxe centenas de novas conexões no LinkedIn, pedidos de reunião e reforço no posicionamento junto a clientes  e prospects. (confira um dos vídeos aqui).

3 – Um grupo em recuperação judicial precisava provar que estava operacional e financeiramente pronto para honrar compromissos. Fizemos um projeto faseado que comprovou isso e ajudou a:

  • Reabrir linhas de crédito
  • Destravar a cadeia de suprimento
  • Reconquistar clientes perdidos

Hoje o Grupo trabalha com resultados positivos e futuro promissor, ante a um quase estrangulamento na operação.

Não conseguimos precisar um ROI para cada uma dessas três ações, inclusive porque quanto mais passa o tempo mais esse retorno parece aumentar. ROI infinito? imensurável? Progressivo?

Equipe Comunicare

Estamos no LinkedIn.

Conecte-se com os sócios da ComunicareFábio Alberici e Adriana Cavalcanti.

Assessoria de imprensa: resiliência com foco no resultado

Para falarmos da importância da resiliência na Assessoria de Imprensa com resultado, buscamos na agenda a data em que levamos nosso cliente à sede de uma grande emissora de TV para um café.

Foi no dia 21 de julho que o apresentamos ao produtor e, juntos, sentamos rodeando uma mesinha de lanchonete para desenhar o que seria um dos maiores estudos sobre corrupção já feitos no país.

Trabalhamos com exclusividade, pois era a maneira de aumentar o espaço e o envolvimento da emissora de TV – essa é uma ferramenta importante em assessoria de imprensa. (clique aqui para entender o que faz uma assessoria de imprensa)

As três partes saíram de lá empolgadíssimas com o que estava por vir: a missão do cliente era esmiuçar dentro de uma base de dados de mais de 140 milhões de processos da Justiça brasileira todos aqueles que se referiam a algum tipo de ato ilícito contra a administração pública.

A da Comunicare era garantir que a resposta chegaria no curto prazo, para as coisas não ‘esfriarem’.

Por fim, a do produtor era lutar com a chefia de reportagem para não ‘perder’ a pauta para a equipe de Brasília (para onde vai – e onde nasce – a maioria das notícias desse tipo atualmente).

Mas demorou mais que o esperado

Pois bem, desde aquela tarde em que todos saíram empenhados nas suas funções, até a veiculação da matéria, se passaram looongos quatro meses e três dias.

Se chegamos a pensar que a pauta tinha caído? Sim. Mas é aí que entra a resiliência no trabalho de assessoria de imprensa.

Por mais difícil e até desacreditado que o projeto que esteja, a gente tem que segurar firme as expectativas do cliente, entender (e por que não, confiar?) o lado do jornalista e conduzir as duas partes com o máximo de jogo de cintura.

Nessa negociação em que a gente hora é cobrado e hora é cobrador, o que mais pensávamos era no resultado que essa matéria geraria para o cliente – uma startup enxuta com um gasto mensal de R$ 100 mil só com armazenamento de dados e que fez na assessoria de imprensa seu único investimento em marketing.

E acreditar e perseverar deu certo!

A matéria foi ao ar com destaque – e rendeu conversas com novos prospects e investidores para a start-up, com um possível aporte que garantirá a operação da empresa pelo próximo ano.

Por que o resultado demorou tanto?

Porque o estudo era gigante e demandou mais envolvimento de todas as partes que o esperado, com um impacto importante em estruturas enxutas, tanto do cliente como da produção da TV.

E, também, porque é tanta notícia sobre corrupção em jornais que a batalha por espaço do que não seja hard news é intensa.

Portanto, mais uma vez, resiliência para enfrentar todos os desafios que surgem é importante para que todos os envolvidos não percam o foco no resultado final.

Equipe Comunicare

Estamos no LinkedIn.

Conecte-se com os sócios da ComunicareFábio Alberici e Adriana Cavalcanti.

Como lidar com o excesso de e-mails?

Não, não estamos felizes com o número de e-mails que recebemos!

excesso de emails

Mas, sim, o e-mail é uma ferramenta importantíssima nos negócios e continua em crescimento – segundo estudo da Radicati (Palo Alto/CA), estamos em cerca de 116 bilhões de e-mails trocados diariamente nos negócios, e caminhamos para 129 bi em três anos.

O estudo relata também que um(a) profissional recebe, em média, 90 e-mails por dia, sendo 76 legítimos e o restante classificado como SPAM. E essa pessoa manda cerca de 30 mensagens/dia.

Como atingir produtividade e eficiência em meio a tantos e-mails indo e, principalmente, vindo?

Algumas dicas para lidarmos melhor com nossas inchadas caixas de entrada:

  1. Crie pastas e regras em sua caixa e entrada, fazendo divisão automática por assuntos, empresas, pessoas. Assim, você já sabe que um e-mail daquele cliente/projeto/prospect chegou sem precisar ler toda a lista de mensagens;
  2. Responder ou encaminhar um e-mail sem propósito claro ou novas informações relevantes significa que você apenas empurrou o problema para outro. Precisa confirmar uma data? Que tal ligar? “Eu ainda não resolvi a questão porque mandei o e-mail para confirmar o dia, estou esperando uma resposta”. Resumindo, você continua onde está, sem avançar;
  3. Faça perguntas ou peça informações inteligentes, objetivas e construtivas para a conversa. A chance de resposta é muito maior;
  4. Tenha clareza e seja sucinto, começando pelo campo subjetc/assunto;
  5. Não tenha vergonha de solicitar que seu endereço seja retirado de um loop/conversa/ thread (entre outros nomes dados à sequência de e-mails trocados sobre um mesmo assunto). Mas faça-o de maneira cortês;
  6. Quando responder, retire também os nomes que você julgar não pertinentes àquela conversa ou cujas funções sua resposta não tem relação;
  7. Ainda respondendo um e-mail com várias pessoas, pense em mudar o assunto acrescentando um termo sobre sua área de atuação (por exemplo, RE: projeto 1234 / COMUNICAÇÃO);
  8. Retire sua inscrição/assinatura de newsletters, e-mails marketing, informativos, etc., que você não lê. Leva muito menos tempo que apagá-los, e é quase certo que você se deparará com o mesmo conteúdo em outra plataforma se ele for relevante para você (como LinkedIn e Facebook);
  9. Incentive sua empresa a conversar! seja pessoalmente ou por telefone. Por exemplo, marcar/confirmar uma reunião é mais fácil assim do que por e-mail. Depois, claro, envie o convite para a agenda;
  10. Pergunte-se Eu preciso…
  • ser copiado em tudo o que a equipe conversa eletronicamente?
  • copiar tanta gente em minhas mensagens, mesmo que seja um simples “obrigado”?

São algumas ideias sobre o tema. Se tiver mais dicas, por favor, compartilhe aqui nos comentários ou com a gente no LinkedIn. Conecte-se conosco: Fábio Alberici e Adriana Cavalcanti.

Uma curiosidade: sabe por que você recebe tanto e-mail marketing? Pelo simples fato que eles vendem, até mais que as redes sociais (11% a mais de retorno, segundo esse artigo na Forbes).

Quando bem elaborados, eles são altamente personalizados e baseados em permissão – em algum momento você quis recebê-los e forneceu seu endereço – fazendo com que o alcance atinja 90%.

 

Assessoria de Imprensa – Dicas para uma entrevista – parte 2

 

preparação para entrevista

Em assessoria de imprensa, sempre orientamos como lidar com jornalistas.

No post anterior, comentamos ações que devem ser evitadas numa entrevista para a imprensa, qualquer que seja o tipo de mídia (revista, jornal, TV, blog, etc.).

Como dar uma boa entrevista?

Agora, abordaremos como se preparar para uma, ou seja o que fazer antes de atender o/a jornalista:

  1. Prepare-se:informe-se com seu assessor de imprensa ou com o/a próprio jornalista. Pergunte qual o assunto de interesse e revise seus conhecimentos e opiniões sobre o tema.
    Mais que isso, pergunte que tipo de questões ele/a pretende fazer, e tenha anotações à mão se achar necessário – principalmente quando tiver que abordar números e estatísticas.
  2. Seja ágil e prestativo: quanto mais rápida e colaborativa for sua resposta à solicitação de entrevista ou informação, maior as chances de exposição positiva e recorrente.
    Portanto, fique atento às demandas da sua assessoria de imprensa ou área de comunicação da empresa em que trabalha.
  3. Seja sucinto: pense em respostas objetivas e diretas, visando a facilitar o entendimento. Dica ainda mais importante se for o caso de entrevistas para rádio ou TV, quando o tempo para respostas costuma ser curto.
  4. Seja sincero: se não tiver/souber uma informação, não hesite em dizer isso ao repórter. Ofereça-se para buscar a informação e responder mais tarde ou, ainda, indique alguém que tenha a resposta. Isso baseará uma relação de confiança.

PS: Se tiver dúvidas ou precisar de mais dicas, estamos no LinkedInConecte-se conosco: Fábio Alberici e Adriana Cavalcanti.

 

Dicas para uma boa entrevista – parte 1

Como Dar entrevistaSeja para rádio, TV, impressos ou online, há alguns comportamento e hábitos que podem ajudar a ter um bom desempenho quando conceder uma entrevista.

O ideal é conversar com sua assessoria de imprensa sobre as necessidades e expectativas do repórter – ou até mesmo pensar em um media trainning.

Aqui, listamos aqui algumas ações a serem EVITADAS:

  • Não diga “Escreve aí na sua matéria” ou ordens do gênero;
  • Nunca peça para ler o texto ou ver o vídeo antes de ser publicado, a menos que o próprio jornalista ofereça (algo cada vez mais raro). Já falamos sobre isso nos dois posts abaixo, com participações especiais:

Minha assessoria de imprensa conseguiu uma entrevista. Posso ler antes de ser publicada?Posso ler a matéria antes de ser publicada? – Parte 2

  • Evite interromper uma pergunta, mesmo que seja polêmica ou tenha fatos ou conceitos incorretos – principalmente em entrevistas para rádio e TV. Vai parecer impaciente ou contrariado com o assunto, o que pode gerar uma percepção errada sobre você;
  • Não se precipite ou perca a calma, mesmo diante de perguntas difíceis. Se for pego de surpresa, peça tempo para tomar pé da situação ou trazer a resposta adequada, conversando com sua assessoria de imprensa;
  • Não dê opiniões pessoais que sejam diferentes das profissionais. Afinal, você está falando por sua empresa;
  • Não crie situações ou fatos para agradar ao jornalista ou tentar passar uma boa imagem de sua empresa.

PS: Esse tipo de orientação, com ainda mais detalhes e personalizadas, são colocadas nos manuais de imprensa que elaboramos para nossos clientes. Se quiser debater ou ter mais informações sobre esses assuntos, estamos no LinkedIn.

Conecte-se conosco: Fábio Alberici e Adriana Cavalcanti.